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Ramos Silva

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Ramos Silva

Ramos Silva, Sambista de raiz, iniciou em meados dos anos 80 com o Grupo Azes do Samba, Homenageado por vário anos seguidos, como Sambista do Ano com CD AMANTE DO SAMBA, recém gravado. Visitem!!!! e conheça mais sobre esse grande nome do samba

leia o release completo
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Quarta, 11 de fevereiro de 2009

Carnaval Multicultural: Pólo Marco Zero

Por Bruno Negaum 9 fev, 2009 Agenda

Carnaval Multicultural: Pólo Marco Zero

Segunda-feira (23/02/2009) 21h

Marco Zero (Recife Antigo)

Preço: Grátis - Info: n/d

Orquestra do Maestro Duda, Samba Pernambucano (Belo Xis, Ramos Silva e Gerlane Lops), Leci Brandão e Maria Rita

Postado por leandro ribeiro de araujo às 11:38 horas
Quinta, 04 de dezembro de 2008

Postado por leandro ribeiro de araujo às 17:33 horas

http://br.youtube.com/watch?v=SHKnePmXkKY

Postado por leandro ribeiro de araujo às 17:33 horas

Postado por leandro ribeiro de araujo às 17:33 horas
Terça, 02 de dezembro de 2008

Rebolado de mulatas marca noite de samba em PE

Juliana Jaeger

Direto do Recife

A noite de segunda-feira foi de samba no palco do Marco Zero, no Recife (PE). O sambista Belo Xis tocou acompanhado de diversos convidados, enquanto mulatas passistas mostraram seu rebolado e muito samba no pé.

» Veja mais fotos das mulatas

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» Leia mais notícias do Recife

Belo Xis, que tem 30 anos de carreira, seis LPs e seis CDs de samba gravados, levou ao palco Ramos Silva, Wellington do Pandeiro e Paulo Varejão, com um repertório de sambas tradicionais.

O prefeito do Recife, João Paulo, que acompanhava o show nos bastidores, subiu ao palco quando a banda tocou o samba-enredo da Mangueira, que este ano faz uma homenagem ao frevo.

Postado por leandro ribeiro de araujo às 16:28 horas

Samba e choro no Sítio da Trindade neste domingo

A Mesa de Samba Autoral e o cantor Walmir Chagas são as atrações deste domingo (16), do projeto Sítio Cultural, que acontece na Concha Acústica da Refinaria Multicultural Sítio Trindade, com acesso pela Estrada do Encanamento, no Parnamirim. Os shows, que acontecem a partir das 17h, são antecedidos pela peça teatral Ei, Brasil, Desordem e Retrocesso e possuem entrada aberta ao público. O projeto é realizado pela Gerência de Música da Fundação de Cultura Cidade do Recife e acontece nos domingos de novembro.

A Mesa de Samba Autoral surgiu em 2006, em Olinda, e nasceu a partir do desejo de sambistas da Escola de Samba Preto Velho em mostrar ao público suas próprias composições. O grupo, que funciona como uma cooperativa de compositores pernambucanos do gênero, coloca na roda músicos tarimbados como Wellington Sete Cordas, Hélder do Cavaco e Rafael do Bandolim. Para participar, há apenas uma regra: para puxar algum samba, deve ser autoral ou de compositores pernambucanos. A Mesa compartilha com a platéia, a partir das 17h, sambas de compositores como Paulo Perdigão, Selma do Samba, Ramos Silva, Tadeu Junior e Rui Ribeiro.

Logo em seguida, às 18h, entra em cena o ator, compositor e dançarino Walmir Chagas para apresentar um espetáculo musical que mostra verdadeiras pérolas do choro e do frevo de bloco. O multi-artista que também é conhecido pelo personagem Véio Mangaba, tem formação profissional em percussão e bateria pelo Conservatório Pernambucano de Música. Como músico, integrou o Quinteto Armorial e o Trio Romançal e participou de diversos discos de artistas pernambucanos, além de ter criado diversos jingles e peças de teatro. No show que apresenta no Sítio Cultural, Walmir Chagas, além de cantar, toca instrumentos de percussão, pandeiro e um pouco de violão para homenagear os ritmos carnavalescos e pernambucanos.

Serviço:

Sítio Cultural

Shows com Mesa de Samba Autoral e Walmir Chagas

Data / Horário – Domingo (16), a partir das 17h;

Local - Sítio Trindade – Concha Acústica, próximo à Estrada do Encanamento

Aberto ao público

Realização - Gerência de Música – Prefeitura do Recife

Mais informações - (81) 3232-5219 | www.musicarecife.com.

Postado por leandro ribeiro de araujo às 16:15 horas

Samba é destaque no palco do Marco Zero nesta segunda

O samba vai tomar conta do Pólo Recife Multicultural nesta segunda-feira (4), quando o baticum deve contagiar a todos na Praça do Marco Zero. Um dos pontos altos da noite será a apresentação da bateria da Estação Primeira de Mangueira. Os ritmistas vêm direto da Marquês de Sapucaí, onde desfilaram na madrugada deste domingo (3). Completam a programação a cantora Alcione, os representantes do samba pernambucano Belo Xis, Ramos Silva, Nega do Babado, e SpokFrevo Orquestra.

A apresentação da bateria verde-e-rosa é cercada de expectativa. Os músicos chegam à capital pernambucana depois de defenderem o Centenário do Frevo no Sambódromo. Comandado pelo mestre Taranta, o grupo promete repetir no Recife a performance empolgante que contagiou o público do começo do desfile até a Praça da Apoteose.

Maranhense de nascimento e mangueirense de coração, a cantora Alcione também vai soltar seu vozeirão no Bairro do Recife. O show da intérprete traz sucessos como "Não Deixe o Samba Morrer", "Sufoco", "Garoto Maroto" e "Meu Ébano". Outra apresentação que não vai deixar ninguém parado é a da SpokFrevo Orquestra. O grupo foi criado em 1996 pelo maestro Spok e traz um repertório com releituras de antigos frevos e sucessos do movimento mangue, entre outros. Também pernambucanos, os sambistas Nega do Babado, Belo Xis e Ramos Silva vão mostrar que Pernambuco não é somente a terra do frevo e do maracatu.

A programação no Palco Recife Multicultural tem início às 16h, com desfile de agremiações e encontro de blocos de pau e corda. Os shows começam às 21h.

Postado por leandro ribeiro de araujo às 16:09 horas

Movimento encabeçado por Seu Riba existe desde 2005 e já tem duas edições agendadas para maio e junho Foto: Glauco Spindola/DP 18/07/06

Projeto Negro Samba Sim estréia hoje, como participação de Jorge Riba, Ramos Silva e Dona Selma do Samba, no Mercado da Ribeira

O Mercado da Ribeira, em Olinda, será a partir de hoje, às 15h, espaço de visibilidade para manifestações culturais de matrizes afro-descendentes. Realizado pela União de Negros pela Igualdade (Unegro), com ações em várias regiões do país, a primeira edição do evento Negro Samba Sim leva ao Sítio Histórico uma mesa de samba com Jorge Riba e o Fino do Samba. O movimento, encabeçado por Seu Riba desde 2005, expõe o talento de compositores autorais do gênero e resgata sambas antigos, ditos de raiz.

Hoje, estarão presentes ao lado do anfitrião os sambistas Ramos Silva e Dona Selma do Samba. Ambos são membros da Mesa Autoral de Samba de Pernambuco, que se apresenta em quartas-feiras quinzenais, em frente ao bar Confraria do Samba, na Rua da Moeda (Bairro do Recife). O que Ramos e Dona Selma cantam hoje faz parte do repertório corriqueiro dos dois, que dispensa modismo e acredita no espaço para mostrar as próprias composições. Ramos, sempre vestido de branco, é do tempo do vinil, mas já tem dois CDs gravados. Selma, apesar de compor desde a juventude, só gravou o primeiro CD demo em 2006, com canções de fino trato.

Vídeos - Os músicos da mesa de samba começam a tocar por volta das 17h30, logo após uma mostra de vídeos e apresentação da roda de capoeira do grupo Abaúna. Quem abre o batuque é o grupo Samba Sim, formado por jovens músicos recifenses que investem no samba de raiz. Seu Riba, vai chamando um a um e, obviamente, aproveita o momento para também mostrar seu talento. "Procuro contar por meio da música a história do Brasil, desde os anos 1910 até a última década do século passado", diz ele, que entoa sambas de mestres com Cartola, Nelson Cavaquinho e Dona Ivone Lara "É claro que aproveito a vitrine e também canto os meus!", anuncia ele.

Riba avisa que a apresentação terminará no máximo às 20h, "respeitando as leis ambientais da Cidade Alta". O Fino do Samba teve início há dois anos. Segundo o precursor, com o objetivo de fazer o resgate do samba de raiz. Desde lá, em parceria com o músico Zé Cafofinho, passou pela Rua do Lima, em Santo Amaro; pelo extinto bar do Biu, no Pina; Pitombeira dos Quatro Cantos e Xinxim da Baiana, em Olinda, e agora já tem confirmada a realização de outras duas edições do Negro Samba Sim, em maio e junho, no mesmo Mercado da Ribeira. "O Fino do Samba já está incorporado ao calendário cultural de Olinda", afirma.

Serviço

Negro Samba Sim

Quando: Hoje, a partir das 15h

Onde: Mercado da Ribeira

(Sítio Histórico de Olinda)

Quanto: Entrada franca

Postado por leandro ribeiro de araujo às 16:04 horas

Comentários e Recados

João Renner & Rennan em 30/09/2009Arapongas · PR

Olá de novo! :D

Será um prazer pra gente manter

contato em nossos perfis do orkut!

Se quiser, fique a vontade para nos add

e participar da nossa comunidade, ok?

Perfil -> http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=9803972906889457067

Comunidade -> http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=93998436

Esperamos você por lá heim! ;)

Ótima semana, grande abraço e sucesso

Equipe

JR e R

http://palcomp3.com/joaorennererennan

João Renner & Rennan em 14/09/2009Arapongas · PR

Boa Tarde!!

Estou voltando aqui para recomendar o trabalho de

2 grandes amigos meus (Peão do Valle E Valentin).

De uma olhada no palcodeles.

Espero que goste!

http://palcomp3.com/peaodovalleevalentin

Se possível, deixe lá o seu comentário dando a sua opinião

sobre a dupla!

Obrigado mais uma vez,

JR e R

Ahh, e volte quando quiser ao nosso palco!

http://palcomp3.com/joaorennererennan

João Renner & Rennan em 01/09/2009Arapongas · PR

Parabéns, também gostei, e inclusive já clicamos

para ser seu fã aqui no seu palco!!

Ficaria muito grato se você pudesse

opinar na nossa nova composição

"O cabaré Incendiou"

Assim que entrar no nosso palcoMp3 www.palcomp3.com.br/joaorennererennan

ela irá tocar automaticamente!

Se quiser, pode nos add no msn meuivairadio@hotmail.com

Grande abraço, aguardo sua opinião

e Sucesso!!

João Renner e Rennan!

dan em 16/02/2009Apucarana · PR

ola tudo ok?? show d bola o som!!! siga em frente !!!!! mas,vc alguma

vez ja se sentiu um " ESTRANHO SEM ROSTO" ???

acesse www.palcomp3.com.br/dan

fortalece!!!

sinta-se a vontade pr comentar!!!

abração,

dan nascimento

leo_ribeiro em 02/12/2008Recife · PE

No samba, Silva é sinônimo de realeza

POR THALES RAMOS

Silva é certamente o sobrenome mais popular brasileiro. E por isso mesmo, há quem o renegue. Observe entre os seus conhecidos: quem tem Silva e mais um sobrenome sempre opta pelo outro na assinatura. Vanderlei Luxemburgo, por exemplo, um dos maiores treinadores do futebol brasileiro, é ?da Silva?. Em rápida pesquisa na maravilha do Google, vi que tanto na Espanha como em Portugal, o nome era de família abastada. Também vi que no Império Romano recebia-o as famílias que moravam em cidades na selva (silva quer dizer selva, em italiano).

No Brasil, também não foi diferente. Os portugueses que aqui desembarcavam recebiam mais um sobrenome. Sendo assim, os que ficavam pelo litoral eram acrescidos do Costa e os que optavam pelo mato, o Silva. Posteriormente o nome foi bastante difundido pelos escravos, já que eles recebiam os nomes de seus senhores.

Continuando por aqui, temos Silvas famosos, incluindo o atual presidente, que não foi o primeiro. Antes do operário do ABC, o militar Costa e Silva subiu a rampa do planalto em 1967. Ayrton Senna também era ?da Silva?, assim como Lampião e a escrava Xica, que virou filme, enredo do Salgueiro (1963) e hit de Jorge Benjor.

No samba temos um quarteto de ouro que leva Silva na assinatura. Ao contrário do lugar-comum do sobrenome, todos eles são pioneiros, únicos e geniais. Ismael, Moreira, Roberto e Bezerra têm estilos diferentes e em comum - fora o sobrenome ? a marca que cada um deixou na história.

Ismael Silva tinha como reduto o morro do Estácio. Um dos mais influentes sambistas da história é tido por muitos (há controvérsias) como o fundador da primeira escola de samba, a Deixa Falar, e é um dos principais responsáveis pela assimilação da cultura das escolas e do próprio gênero pelas classes financeiramente superiores. A levada do samba que conhecemos hoje tem forte contribuição de Ismael. Sua célebre frase: ?No estilo antigo, o samba era assim: tan tantan tan tantan. Não dava. Como é que um bloco ia andar assim na rua? Aí a gente começou a fazer um samba assim: bumbum paticumbumpruburundum?, serviu de inspiração para Beto Sem-Braço e Aluisio Machado comporem ?Bum Bum Paticumbum Prugurundum?, para o Império Serrano, campeã do carnaval de 1982.

Contemporâneo de Ismael, Moreira da Silva foi o maior representante do samba de breque. Tinha fama de malandro e boêmio, mas sempre foi casado com a mesma mulher e dizia que dormia cedo. Talvez por isso tenha vivido quase cem anos (malandragem, de fato). Também era conhecido como Kid Morengueira, personagem que incorporou em alguns dos seus sucessos como ?O Rei do gatilho? e ?Os intocáveis?. Em ?Acertei no milhar?, música que ele conta a história do malandro que fica milionário no jogo do bicho, ele dá uma ?renegada? no sobrenome: ?Eu vou comprar um nome não sei onde/de Marquês Morengueira de Visconde?. Era um showman.

A maior voz dos quatro Silvas, Roberto ficou conhecido como o ?Príncipe do Samba? e cantava samba sincopado. Com mais de 300 discos gravados, teve muito sucesso na época de ouro do rádio, tendo feito parte do elenco das rádios Tupi e Nacional. Hoje, infelizmente, não grava mais. O último disco de Roberto data de 2002 e o penúltimo de 1979.

Na carência de bons novos intérpretes masculinos, reviver nomes como Roberto Silva não seria má idéia. Ouçam a série de discos ?Descendo o morro?, são quatro volumes onde o eco da voz de Roberto o confirma como uma das mais belas vozes do samba. Em entrevista recente ao nosso jornal O SAMBA É MEU DOM, Paulinho da Viola disse: ?O maior sambista vivo é Roberto Silva?, assim, de alteza para alteza.

Por fim, Bezerra da Silva fazia um samba repleto de duplo sentido, crítico e bem humorado. Samba para se ler nas entrelinhas. Suas letras eram compostas pelo cidadão que vivia o dia-a-dia da favela e das classes menos abastadas e tinham a maestria de traduzir as agruras diárias de forma crítica e engraçada. E Bezerra era o porta-voz dessa gente; ele mesmo, sempre ferino, um dos maiores críticos da indústria fonográfica. Infelizmente, não deixou sucessor. E pior, tem sido pouco cantado nas rodas de samba. Talvez a força da ironia de suas letras intimide alguns puristas.

De linhas tão diferentes, marcantes e especiais, todos os quatro comprovam que há samba para todos os gostos.

Ismael, Moreira, Roberto e Bezerra, qual dos Silva lhe apetece mais?

* * * *

Vejam também:

Roberto Silva com a xará (e bijou) Roberta Sá cantando Falsa Baiana (Geraldo Pereira)

Trecho do curta ?Onde a Coruja Dorme?, de Márcia Derraik e Simplício Neto, sobre Bezerra da Silva.

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