
Com quase 10 anos de estrada a Parnaso da Modernidade, movimenta a cidade de Itaberaba-BA, com um som estranho, uma proposta poética que mistura a tranquilidade buscada pelos clássicos no monte parnaso com as neuroses do mundo contemporâneo.
leia o release completoREPERTÓRIO DO DIA 11-09
Imperialismo, segundo Lênin, pode ser definido como a posição adotada por um grupo de países que explora o restante da humanidade, e como conseqüência destas políticas de dominação, são potencializados problemas sociais. Para se expandir economicamente os imperialistas precisam de matéria prima e mão de obra barata, mercado consumidor ativo. Uma das suas leis de ferro é o fomento das guerras. Com estas guerras estoques gigantescos de armamentos, podem ser utilizados promovendo a morte. E os grandes monopólios de armamentos podem manter seus ciclos produtivos à todo vapor e vender os seus produtos o estado imperial. O estado, por sua vez, com o respaldo de armamentos modernos, conseguem derrubar as barreiras alfandegárias de outros estados que apresentavam resistência à dominação e ocupar novos territórios – ou seja, conquistar mais matérias primas básicas de baixo preço e mais consumidores em potencial para os seus produtos. E para isto, é claro, é preciso de uma cultura globalizada onde o estilo de vida (consumo) imperialista seja lei, como também é preciso matar muita gente que resiste.
As resistências vêm de toda a parte, os islâmicos, que por um lado resistem ao imperialismo mantendo suas tradições, as vezes opressoras e fundamentalistas, por outro também fazem uso de táticas que já foram utilizadas pelos libertários para resistir ao imperialismo.
Mas como os anarquistas resistem ao imperialismo? Como eles combatem o capitalismo? Existe uma regra para transformar a sociedade em que vivemos em uma sociedade igualitária? A resposta é de Raul “Há tantos caminhos na vida...” É claro que uma ideologia que é contra o poder não podia mesmo ter uma liderança ou um ideário unificado. Existem diversas formas de se fazer anarquia. O escritor russo Leon Tolstoi pregava a resistência pacífica contra o Estado, enquanto o italiano Errico Malatesta defendia a greve geral e a expropriação de terras. Já o anarquista russo Sergei Nietchaiev não queria saber de papo: o negócio era partir pro ataque. Em seu Catecismo Revolucionário, ele conclamava o povo ao combate direto matando inclusive se necessário, bem como ao “roubo” para financiar as operações supostamente libertárias.
Foi quando começaram a explodir bombas contra nobres, políticos na Europa. Na época o francês Jean Ravachol, que detonava dinamite nas casas dos juízes. Ravachol acabou na guilhotina, mas seus simpatizantes mataram vários líderes. A partir de 1894, em menos de 20 anos, anarquistas mataram dois primeiros-ministros espanhóis, o rei Humberto da Itália, a imperatriz Elizabeth da Áus-tria, o presidente francês Sadi Carnot e, em 1901, até mesmo o presidente dos EUA, William McKinley.
Apesar de lutarem por uma sociedade oposta à proposta pelos anarquistas, os “terroristas” islâmicos usam táticas criadas por eles. Aviões caindo em arranha céus, ataques à bomba em trens do metrô e embaixadas são atos que, como dizia Kropotkyn, “valem mais que 1000 panfletos”.
Referencia : http://blog.controversia.com.br/2009/07/07/anarquia-aqui-e-agora/
Postado por Marcelo Souza da SilvaPessoal, acabamos de lança nosso DVD de clips, espero sua visita pois assim ajuda a divulgar a cultura nordestina da vaquejada!
Obrigado
Bom de Laço - Os Campeões das Vaquejadas
Valente . BAIsso Ae Belissimo Trabalho, Ouvi, gostei e Virei Fã. Aproveite e nos faça uma Visitinha tambem e se Posivel vire Nosso Fã tambem. Sucesso e muitas Conquistas em 2012 vlw
Ass. Manos do Arrocha
Itambé . BA