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Nico Batista - O poeta do Sertão - Forró e Vaquejada.

Forró | São José do Egito / PE

Cantor de vaqueijada e musica de improviso conhecido como o poeta do sertão, vem conquistando o coração do publico nordestino e brasileiro tambem, com sua simplicidade e seu talento, nico batista hoje é referencia no forro nordestino...

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Quarta, 08 de setembro de 2010

Campear sempre foi o meu trabalho puxar boi pra mim era um esporte o cavalo bom era o transporte da fazenda que foi meu agasalho o meu som lá no mato era um chocalho a pomada era o leite de pião o meu trage um chapéu e o gibão minha sombra era um pé de umbuzeiro pendurei minhas tralhas de vaqueiro pois não pude viver da profissão... Fui vaqueiro e vivi da montaria sem deixar meu cavalo e minha cela as peneiras esporas com fivela eram as coisas que eu sempre conduzia uma mascara levava quando ia pra pegar um tourote valentão um xocalho se ouvesse precisão e as botinas de couro verdadeiro pendurei minhas tralhas de vaqueiro pois não pude viver da profissão... Cortei palma na cocheira frequentando cacimba e bebedouro tirei leite de vaca lacei touro passei muita ração na forrageira puxeigado no mei da capoeira amarrei boi valente no mourão enfrentado deserto e multidão caruá mandacaru e faxeiro pendurei minhas tralhas de vaqueiro pois não pude viver da profissão... Meu cavalo pra mim é um tesouro meu gibão era bom e reforçado os arreios metais por todo lado fiz meu nome no chapéu de couro os estribus bonitos cor de ouro guarda peito com noda de pião das antigas urtigas cansansão meu sapatos ainda tem o cheiro pendurei minhas tralhas de vaqueiro pois não pude viver da profissão.

Postado por Jemmes Westy Sobral Nunes
Quarta, 08 de setembro de 2010

Campear sempre foi o meu trabalho puxar boi pra mim era um esporte o cavalo bom era o transporte da fazenda que foi meu agasalho o meu som lá no mato era um chocalho a pomada era o leite de pião o meu trage um chapéu e o gibão minha sombra era um pé de umbuzeiro pendurei minhas tralhas de vaqueiro pois não pude viver da profissão... Fui vaqueiro e vivi da montaria sem deixar meu cavalo e minha cela as peneiras esporas com fivela eram as coisas que eu sempre conduzia uma mascara levava quando ia pra pegar um tourote valentão um xocalho se ouvesse precisão e as botinas de couro verdadeiro pendurei minhas tralhas de vaqueiro pois não pude viver da profissão... Cortei palma na cocheira frequentando cacimba e bebedouro tirei leite de vaca lacei touro passei muita ração na forrageira puxeigado no mei da capoeira amarrei boi valente no mourão enfrentado deserto e multidão caruá mandacaru e faxeiro pendurei minhas tralhas de vaqueiro pois não pude viver da profissão... Meu cavalo pra mim é um tesouro meu gibão era bom e reforçado os arreios metais por todo lado fiz meu nome no chapéu de couro os estribus bonitos cor de ouro guarda peito com noda de pião das antigas urtigas cansansão meu sapatos ainda tem o cheiro pendurei minhas tralhas de vaqueiro pois não pude viver da profissão.

Postado por Jemmes Westy Sobral Nunes
  • Set
  • 2010

Comentários

bomdelaco - 09/02/2012

Pessoal, acabamos de lança nosso DVD de clips, espero sua visita pois assim ajuda a divulgar a cultura nordestina da vaquejada!

Obrigado

Bom de Laço - Os Campeões das Vaquejadas

Valente . BA
  • Mar
Studio Sol