
Seja Bem Vindo Pagina Márcio Nato O Poeta de Cristo! Abraços e Feliz Semana Assessoria Márcio Nato 41 9127-3747 / 8718-5444 agendamarcionato@hotmail.com / marcionato@hotmail.com Visite: www.marcionato.blogspot.com
leia o release completoUm órgão chamado coração.
Depois de um tempo você aprende que as palavras o vento leva, que as supostas promessas de amor não passaram de meras empolgações, e que todo o sentimento que antes sentíamos se torna em rejeição quando estamos desamparados e iludidos por palavras doces de uma flor roxa que sádicos dizem ser o amor, que: "nasce no coração dos trouxas"! Mas eu ainda creio no amor real, sincero e honesto que pode ascender à alma e o seu espírito.
Viva intensamente o hoje, para não lamentar amanhã o tempo perdido. Não troque a certeza pela incerteza, não acredite em todas as promessas que lhe fazem. Nós homens, somos falhos e nem tudo que dizemos podemos cumprir. Ainda mais quando o assunto se remete aos detalhes das emoções do coração. Tudo fica ainda mais complexo.
Nunca diga: “eu amo você” para alguém, se o seu coração não foi liberto totalmente de um antigo amor, pois isso pode fazer este alguém te amar, e você pode não ter a disponibilidade total de retribuir este sentimento maravilhoso a pessoa alheia.
Não faça de outrem, a saída de emergência para os problemas relacionados aos mares nebulosos de um coração ferido por uma perda da suposta alma gêmea, ou o que diz ser: “o amor de sua vida”. Não atormente o coração puro de outrem, com falsas juras de amor! Não mexa na pintura da casa que você não pode reformar ou dar conta de cuidar. Não trate este sentimento tão lindo chamado “Amor”, levianamente.
Porque plantar e regar as flores se no momento mais bonito de sua existência, você quer arrancá-la e deixá-la murchar e morrer ao sol que com os seus raios quentes super aquece um seco coração?
O verdadeiro amor não é uma flor roxa, e nem se quer nasce nos corações dos trouxas. O amor é lindo, é supremo e divino. Mas temos que aprender domar o nosso coração para que ele não caia em qualquer papo que dizem ser de amor, e que na verdade nada é além de uma pitoresca impulsão, ocasionada por uma turbulência de outros corações.
Os poetas, pensadores, sábios e filósofos e grandes heróis, podem até tentar explicar o que é esse nobre sentimento chamado “Amor”. Porém, jamais encontraram as palavras exatas para definirem esse tão eloqüente sentimento. Que fazem os seres mais hábeis a fazerem loucuras extremas, por causa de um desejo desse órgão chamado coração que habita em nosso peito.
Poesias & Crônicas de Márcio Nato
Postado por Marcio NatoA História do Sapo Cururu...
Era uma vez, um sapo cururu bem gordo e feio. Esse sapo se chamava “Tonhão”! Certo dia, Tonhão estava sentado numa vitória régia cantando a sua melhor canção. Foi quando do nada surgiu na beira da lagoa, uma linda princesa.
A princesa se chamava Maristela, ela seria a rainha do reino muito, muito, mas muito mesmo além que distante. Tonhão, por sua vez, se encantou com a doce e bela princesa. O sapão ficou doido de amor pela mulher! Aproveitando-se de sua bela voz de barítono, o cururu, soltou uma bela canção de amor que encantou a moça.
Tonhão conhecia muito bem as histórias dos contos de fadas, ele sabia que se uma bela jovem o amasse e tivesse a coragem de beijá-lo, ele deixaria de comer moscas e poderia encantar multidões com sua bela voz nas ruas Broadway. Além, de ainda ser o príncipe de algum reinado.
Maristela ouviu a voz poderosa daquele sapo cururu bem gordo e feio, a voz do sapo era tão linda, que a princesa nem se atentou para a fisionomia dele. Muitos que passavam próximo a lagoa no entardecer diziam: “Elvis não morreu, virou um sapo”.
A princesa linda e estonteante ficou admiranda com os graves e os agudos de Tonhão, o sapo gordo. Mas, o sapão além de cantar bem, possuía outra qualidade: ele sabia se expressar de maneira muito cativante, e isso despertou ainda mais o interesse do coração da princesa.
Os dias iam passando, e Maristela há todos os momentos ia até a lagoa conversar com Tonhão e ouvi-lo a cantar. Ela jurou a ele amor eterno! Chegou a dizer: “Fofinho só a morte me separa de você”. Na verdade Tonhão era fofão!
O sapo cururu esvaziou-se de sua proteção e também se entregou as promessas de amor da linda princesa do reino muito, muito, mas muito mesmo além que distante. Conversavam todos os dias! A princesa tinha até crises de ciúmes quando via Tonhão trocando idéias com uma ranzinha ou perereca do brejo.
O velho cururu se sentiu amado e importante, ele e a princesa traçaram até planos para se casarem, deram até nomes aos filhos mesmo antes de nascerem. O “cururusão” estava realmente empolgado. Então, marcaram o dia em que ela o beijaria, e ele se tornaria um príncipe deixando para sempre aquela lagoa.
Tonhão começou há contar os dias, e a se despedir dos demais companheiros do brejo. A princesa sempre que ia a lagoa, ia com um véu escondendo o seu rosto, afinal ela era uma celebridade anônima, não podia ser vista a todo o momento, por isso cobria o rosto.
O sapo Tonhão sempre pedia a princesa: “Oh doce princesa, deixa-me contemplar o teu rosto no entardecer de hoje, linda do meu coração.” Maristela sempre dizia: “Oh lindo Tonhão, só mais alguns dias e me verá para sempre e me tocarás com as tuas mãos!”
Quando ele ouvia as palavras saídas da boca da moça, ele ficava confiante que seus dias de sapo naquele brejo estavam chegando ao fim.
Chegou então o dia esperado, Tonhão passou a manhã daquele dia juntando flores para dar a princesa, quando ela o transformasse em um lindo príncipe. Ele escreveu até uma canção especial para ela! O velho sapo cururu estava definitivamente louco de amor por Maristela, depois de ajuntar as flores convocou alguns amigos e juntos ensaiaram a canção do amor real.
Foi se aproximando o momento, a cada som de passo que ecoava nas águas da lagoa, Tonhão imaginava que Maristela estava a chegar. E assim foi por vários sons seguindo, e nada da princesa aparecer. Os amigos do velho sapo, já começavam a ter moscas por traz das “orelhas”, entenderam que a princesa não viria mais. Olhavam para o cururu, e viam a agonia e a dor em seus olhos de sapo antes vivos e cheios de esperança, e agora mortos e desiludidos.
O sol se foi, Maristela por algum motivo não apareceu. O sonho de Tonhão havia terminado! Geraldina, uma pereça do brejo disse lhe: “Não fique assim Tonhão, nós te amamos e sempre vamos te amar, sendo sapo ou humano, te amaremos para sempre!” Tonhão com um olhar triste e cheio de lágrimas apenas respondeu: “O sonho acabou Geraldina, a princesa, continua sendo princesa, e o sapo continua sendo sapo, fazendo croc croc e comendo moscas no meio da lagoa.”
Poesias & Crônicas de Márcio Nato
Postado por Marcio NatoA conversa no coletivo.
Todo dia embarca no ônibus às cinco da tarde. E lá vai ela para a faculdade, toda jeitosa, perfumada e atraente, com os lábios bem vermelhos com seu batom de morango. Com a calça colada, a blusa provocante e os cabelos soltos ainda um pouco úmidos e com o cheiro do seu creme hidratante.
Ela entra no coletivo com o livro de estudos na mão. Procura com o olhar um lugar para se sentar, o difícil é ela não chamar a atenção. Até que um suposto cavalheiro cheio de boas intenções lhe oferece um lugar. Ela sorri agradece o cidadão e começa a estudar o capítulo do livro em questão.
O gentil homem em pé a seu lado já não se contém, aquele sorriso encantador e o perfume doce da moça lhe tomam os sentidos, e de maneira tímida e ridícula ele puxa um diálogo: “Está estudando?” A moça levanta a cabeça levemente e sem pronunciar uma palavra apenas sinaliza com a cabeça que sim.
O bocó, mais envergonhado ainda, insiste na conversação: “É um livro, né?” A dama cheirosa, educadamente respira e diz: “Sim, ainda não tenho dinheiro para comprar um e-book. Eu preciso ler este capítulo, pois terei que apresentar um resumo oral sobre o ensino deste material na aula de hoje.” Não entendendo o “chega pra lá”, o paspalho pertinaz insiste na conversa.
“Certamente você deve ser muito estudiosa e dedicada naquilo que faz.” Diz o homem. Entendendo que nada que disser vai fazer com que a matraca pare de falar, ela resolve se envolver no assunto do bocó.
“É, na medida do possível, procuro levar os meus professores e tudo o que eles ensinam a sério, pois poderá fazer diferença para mim amanhã na disputa no mercado de trabalho.”
Para a sorte do homem, a mulher sentada do lado da princesa se levanta, e o cidadão mais rápido que um raio toma posse do assento.
“Então,” continua ele, “como é estar na faculdade? Bem, imagino que está indo pra faculdade, certo?”
“Sim, certo. Olha, é bom, mais a minha turma é um porre!”
“Sério?” pergunta o homem.
“Sim!” responde ela. “Não querem nada com nada, azucrinam as aulas, não prestam atenção, levam tudo na brincadeira, atrapalham a quem realmente quer aprender com os ensinamentos passados. Sinceramente, estou cansada!”
“Nossa, mas que chato! Que pena que é assim na sua turma. Não tem um jeito de melhorar?” diz ele.
“Os professores até que tentam,” continua ela, “mas infelizmente o povo é muito desligado.”
O ônibus vai sacudindo de um lado para o outro. Aproveitando-se da situação, o homem se joga ainda mais para cima da donzela nas viradas de curva do transporte. Fazem alguns segundos de silêncio, mas logo, logo o rapaz retoma a conversação: “Então, a faculdade em que você estuda, oferece bons conteúdos para o ensino?”
“Sim, quanto a isso, não há o que reclamar. Todos os materiais que são exigidos em aula, a biblioteca tem para dar suporte. Quanto a isso, não tenho mesmo o que reclamar! O que me aborrece e me deixa passada é ver que as pessoas poderiam aproveitar melhor o conteúdo de cada aula ministrada, mas não: ficam de bate papo. E detalhe: papo mais que furado! É lamentável, sabe. Vejo que são pessoas que poderiam vislumbrar grandes conquistas se por acaso tivessem um pouco mais de seriedade nos seus afazeres”.
“Puxa, deve ser monótono para você estar em um lugar assim, onde não há interatividade, né? Sabe, eu sempre quis entrar na faculdade. Mas me faltava um incentivo, alguém que me inspirasse e me envolvesse profundamente com os estudos. Penso que há cada grau de ensino alcançado evolui-se mais a mente humana.” O homem que antes tímido e bocó, do nada torna-se um filósofo. Veja o que faz uma bela mulher!
E ele continua: “Você é casada? Tem filhos? Namorado?” a moça olha para ele com ironia e responde com uma pergunta: “Por acaso você é repórter? Olha, quando você for entrar na faculdade faça o curso de Comunicação Social, garanto que leva jeito. A respeito das suas perguntas, não sou casada, não tenho filhos e tão pouco um namorado. A faculdade me toma muito tempo, são horas e horas de dedicação aos livros de estudos, me aprofundo muito nos livros de pesquisas para que eu possa absolver melhor cada ensinamentos. E ainda tenho o meu trabalho. Resumindo, a minha vida é trabalho, faculdade e casa.”
O homem, sentindo que foi jogado para a linha lateral, dá um sorriso amarelo e sem graça, quando de repente o ônibus, com um movimento brusco, lança a moça em seus braços. Ele pensa consigo mesmo: “Hoje a maré está pra peixe”.
A moça se desculpa e se recompõe em seu lugar. Aproveitando-se da situação, o agora destemido homem arrisca-se e faz um convite: “Sei que é uma moça muito prendada, mas gostaria de tomar um suco comigo e conversar sobre assuntos que sejam de seu interesse, ou quem sabe assuntos que não lhe interessam para podermos nos conhecer melhor e trocar informações, nos tornarmos amigos e consequentemente futuros namorados?”
A moça agora se espanta e com um olhar profundo rir e diz: “Hahaha, mas você hen? Bem, seria interessante distrair um pouco a mente, deixar de lado um pouco os estudos e os trabalhos que me sugam na faculdade. Aceito o seu convite, vai ser um prazer! Mas agora tenho que ir, o meu ponto chegou. Tenho ainda que embarcar em outra condução.” Ela dá um beijo no rosto do rapaz e desce.
Ele continua no coletivo, pensando mil coisas. O ônibus se movimenta, ele pega o celular e liga para um amigo para comunicar a sua conquista. O amigo atende: “O que quer seu mala?” E ele responde: “Aí meu irmão, tenho um encontro com a maior gata! Uma mulher linda, cheirosa, corpo de violão, cabelos lindos, ela é toda mil, meu querido. Quero ver tu me zoar agora hahahaah. Detalhe faz faculdade, é estudiosa e tenho certeza que vai me promover altos ensinos na didática do amor. Aí malandro tu vai babar”.
O amigo interrompe e diz: “Essa eu quero ver, maninho. Até que em fim tu vai desamarrar esse bode, hen? Vai tirar o pé da cova, ah moleque! Já vai sair uma criança pronta daí, ô meu! To feliz por você, brother, mais me diz aí: quando é o encontro?”
O homem, que estava empolgado, desmorona e diz: “Caramba, Eduardo, esqueci de perguntar o nome dela e pegar o número do telefone. E o pior nem o curso que ela faz, nem a faculdade em que ela estuda.” O amigo dá altas gargalhadas do outro lado diz: “Mas é um Juca Bocó mesmo hen!”
Poesias & Crônicas de Márcio Nato
Postado por Marcio NatoMOISES CLEYTON
ACESSE O PALCO MP3 DE UM DOS MAIORES COMPOSITORES DO BRASIL!
E MUITOS OUTROS CONFIRA:
MOISES CLEYTON
"Sou cantor e compositor Moises Cleyton, adorador convicto, gosto muito de músicas que exaltam a grandesa de Deus e que transformam corações! "
HINOS GRAVADOS POR OUTROS CANTORES COMO
- MEU BARQUINHO (GISELI CRISTINA)
- OS SONHOS DE DEUS (NANI AZEVEDO)
palcomp3 MOISESCLEYTON
ACESSE E DIVULGUEM!
GRAÇA E PAZ!
Valinhos . SP