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Banda Namoral-SP

Axé | São Paulo / SP

A Banda Namoral-SP quer que seu público se divirta com muito pop rock, misturado com axé, alegria e curtição. Nada de cara emburrada não. Vamos cair na folia!

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Sexta, 30 de maio de 2008

A DECADÊNCIA DA NOSSA MÚSICA

O cenário está cada vez mais cheio de artistas solos, duplas e grupos saidos do nada e que certamente irão ao nada.

A banalização é fruto de empresários gananciosos e desprovidos de qualquer amor a arte e que investem seus milhões em carreiras vazias e sem qualquer criatividade ou inovação que permita a evolução da musicalidade de quem a ouve.

Sou militante feroz da boa música e é inadimissível ouvir as radios paulistas empurrando aos ouvintes as melodiosas batidas e bem escritas letras do funk carioca. Será o benedito?

Onde estão os velhos festivais que nos apresentavam artistas completos? Onde foram parar os tantos bons compositores e intérpretes brasileiros?

Certamente foram engolidos pela devastação da musicalidade e descredenciados do rol dos que devem expor suas obras.

Ordem dos Músicos do Brasil??? Pra que serve? De onde vem? Pra onde vai? Não merecíamos um órgão tão comprovadamente desprovido de administração. Ele deveria ser tão útil como é a Ordem dos Advogados do Brasil e os Conselhos Regionais de Médicos, que estão atentos a cada mudança que a classe participa, que auxiliam seus associados de maneira limpa e honesta.

A decadência só faz bem aos bolsos dos contratantes que ganham mais e mais pagando "misérias" aos anti-profissionais da música - amadores que desconhecem os malefícios causados por suas apresentações sem o recolhimento da taxas contratual e também por não cobrarem do Sr. Wilson Sandoli (INTERINO ETERNO DA OMB) a obrigatoriedade da apresentação do Registro Profissional de Músico.

Somos reféns dos cachés cada vez mais baixos e da obrigatoriedade de uma carteira de fãns para arrastarmos em nossos shows. Como se fossemos obrigados a patrocinar o enriquecimento dos contratantes, através do público que somos, muitas vezes, obrigados a colocar na casa em que nos apresentamos.

Semana passada, ao apresentar meu Registro de Profissional da Música (carteira da OMB), fui questionado sobre a validade da mesma. Calmamente respondi que trata-se de um órgão federal e com autenticidade nacional. Para meu espanto, o requerente (oficial da aeronáutica em serviço no HASP) me barrou e pediu que apresentasse minha habilitação, pois aquele documento de nada valia, afinal, concluiu: "Musico não é profissão".

O descrédito é geral e minha indignação, tomará, não seja em vão!

Postado por Adriano Dalton Maia
  • Mai

Comentários

Najara Lheander - 16/01/2012

BOM TRABALHO! GOSTEI DAS MÚSICAS. ESTOU PASSANDO PARA DESEJAR SUCESSO E TUDO DE BOM. BJS ( NAJARA LHEANDER)

Cascavel . PR
  • Jan
Studio Sol