
Seis cordas soando em um corpo vibratório, distribuídas em cima de uma escala, é o suficiente para que Sulimar Rass consiga ganhar a vida. No entanto, esse artista não se contentou em apenas tocar violão, arte que domina desde muito jovem.
leia o release completoSulimar Rass apresenta “Todos os Tempos”
“O tempo não só cura, mas também reconcilia” é baseado nessa afirmativa do escritor e poeta francês Victor Hugo que Sulimar Rass deu tempo ao tempo e reconciliou-se com sua música. Tocar guitarra, fazer as próprias músicas, ter a própria banda e de quebra ainda se tornar famoso e ganhar dinheiro tocando sem saber tocar direito, é o sonho de muito adolescente por ai, e com Sulimar Rass não foi diferente. Porém, hoje aos 32 anos o compositor vê que o ofício que escolheu vai muito além. E o ir além, é o fator determinante entre se tornar realmente um profissional ou permanecer somente com o lúdico que a atividade proporciona em abundância. Sulimar não só foi além na carreira profissional no que diz respeito a estudos, administração da carreira ou ainda se dedicar a atividade de professor de música, mas também agindo com dureza no auto questionamento. Sulimar acha que o fato de fazer algumas canções ou tocar algum instrumento não torna ninguém artista. O músico considera que a arte é muito maior, que merece respeito por parte de quem faz e de quem consome. Segundo Rass, uma obra tem que ter motivo, sentimento, estética, idéia, pensamento, questionamento, planejamento e acima de tudo verdade. “Todos os tempos” nasceu da inquietude do artista que não admite que a música tenha tomado caminhos tão degradantes com trabalhos vazios que visam somente suprir um mercado que gera milhões onde a arte está em ultimo plano. Sulimar acredita que atualmente com o mercado independente em crescimento já é possível bater de frente com as grandes potências da mídia e de indústrias fonográficas que durante anos e anos exploraram a música de forma irresponsável colaborando para o declínio da cultura brasileira. O músico é categórico em afirmar que é possível fazer música com conceito, com idéias e de forma sofisticada e ainda assim ser bem aceita pelas pessoas. “Esta música descartável que a grande mídia nos apresenta ultimamente é um deboche e um desrespeito a nossa inteligência” alfineta.
Questionador nato, Sulimar busca nesse novo trabalho o encontro entre suas influências, seu estudo, sua experiência e profissionalismo com o sentimento de fazer arte de uma forma livre, sem estereótipos ou por imposição de mercado.
“Quero achar o meu caminho, minha forma de compor, de pensar música. Se não for coerente com as minhas verdades, não posso me considerar artista”
Na apresentação, Sulimar cantará além de novas canções, algumas de suas primeiras músicas e outras de sua autoria que foram gravadas por interpretes diversos.
E para não deixar dúvidas quanto as pretensões desse trabalho o artista diz: “Manifestar-me artisticamente é uma necessidade fisiológica! Faço o que faço para libertar a alma e se alguém tiver sensibilidade para entender e ainda gostar, ótimo!”
A apresentação de “Todos os Tempos” acontecerá no Instituto João Simões Lopes Neto, no dia 8 de outubro, quinta feira as 20h30min, prevê 1h:30 de duração. Os ingressos são limitados e estarão à venda na Rass Escola de Música(Anchieta 3088) e na CD House(XV de Novembro, 666/Galeria Zabaleta)a partir do dia 01/10 ao preço de R$ 10,00. O projeto ainda inclui uma apresentação na cidade de Bagé onde também será gravada a base do trabalho que terá a produção artística de Hugo Pegas e os arranjos e a direção musical de Gilberto Oliveira. A produção executiva local é de Ana Mascarenhas.
Postado por Sulimar RassBOM TRABALHO! GOSTEI DAS MÚSICAS. ESTOU PASSANDO PARA DESEJAR SUCESSO E TUDO DE BOM. BJS ( NAJARA LHEANDER)
Cascavel . PR