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Rafael Castro

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Rafael Castro

Músicas simples criativas e bacanas que tentam resgatar aquela mágica que já não se vê (ou ouve-se) em nenhum maldito lugar deste mundão velho do inferno.

leia o release completo
Essa foi quando eu, Rafael, estava a tocar em um local específico.Neste momento eu estava me escondendo dos mísseis do inimigo!O meu parceiro de gravações e mordomo. Sempre a me servir um capuccino.Todo mundo tenta virar Drag Queen. Mas, geralmente, fica uma bosta.Porque todo padre black metal toca ao lado de um palhaço.Minha bisavó era indígena, redes não podem faltar.

Blog

Quarta, 30 de julho de 2008

Resenha do Banana Mecanica: Show no Milo Garage

15/07/2008

Rafael Castro & Os Monumentais no Milo Garage

Hard-rock, psicodelia setentista e blues diabão fervendo cérebros

Devem acontecer umas reorganizações cerebrais pesadas no momento em que um moleque espeta um cabo num amplificador e pela primeira vez extrai um riff da guitarra. Sério, isso deveria ser estudado por neurologistas. Uma chapa do cérebro, o sangue fervendo numa área X, e alguém de jaleco explicando que "foi nesse momento que o paciente executou a abertura de A Hora e A Vez do Cabelo Crescer" - imagina.

Um show do Rafael Castro & Os Monumentais é um replay desse episódio, só que dessa vez incluindo além de músicos, platéia. O trio começou com Fobia Aguda de Pessoas Que Batucam Mal, a música inscrita no concurso Trama Virtual / Peligro, do qual eles foram um dos vencedores. Guitarra, baixo, nenhum pedal, bateria e voz, tudo varado por uma eletricidade setentista que sustenta psicodelia, hard-rock e bluesões mais diabos na manha. Uma letra incrível. E um humor rápido e nonsense que estaria em um Trapalhões das antigas roteirizado pelo Laerte. Bastou pra que todos (re)ativassem no cérebro seus respectivos moleques roqueiros, diferentes talvez nisso ou naquilo, mas unidos por um orgulho da simplicidade elétrica e festeira de uma banda de rock.

Era só a primeira música; a coisa seguiu, e aumentando. Os Monumentais – Filipe Franco no baixo e Marcelo Lopes na bateria – ao invés de fazer cama, punham fogo no colchão pra que Rafael Castro, compositor de todas as músicas, despejasse carisma inflamável pela guitarra, pela voz e pela presença, mais que de palco, de espírito. Logo nesse começo o público se acostumou a esperar, o Rafael vai fazer alguma coisa no intervalo entre as músicas, e ele fez mesmo, sempre, e era tão espontâneo e afiado que desconcertava.

Mas a música. Privilegiando canções mais roqueiras – na vasta discografia da banda há uma amplitude de pensamento e estruturas que endossa a auto-declarada influência de Jards Macalé – o trio parece ter feito a melhor escolha. Que Saudade Do Meu Cabelo, Enquanto Não Me Notares e Barman, entre outras em que o instrumental é um Mutantes garageiro e as letras e vocais, no escárnio, é Juca Chaves, envolveu e prendeu o interesse até de quem mal sabia o que esperar da banda. Pélico, outro compositor de canções ganchudas em evidência, foi muito inspirado na interpretação da garota que pede uma força "para Deus Senhor, pro Carlão e pro Aquaman" em Ai Paulo, Ui Paulo.

Vou Te Encher De Birinight, matadora em seu romantismo cafa, encerrou o show quando ele ainda estava quente. Tão quente que uma chapa cerebral coletiva mostraria muitas áreas em ebulição, o médico ao lado lamentando – ou comemorando, vai saber – "sim, é irreversível".

Diego Franco

diegortv@gmail.com

http://www.tonelada.org/conteudo/index.php?op=ViewArticle&articleId=1197&blogId=3

Postado por Rafael Castro Oliveira da Silva às 01:31 horas

Entrevista para a Trama Virtual

Refletores: Rafael Castro e Os Monumentais

por Enrico Vacaro

Segunda banda do concurso TramaVirtual / Peligro a se apresentar, Rafael Castro traz folk-rock-pastelão ao Milo Garage

08/07/2008

A quase 300 km da capital, em Lençóis Paulista, vive um cara de bem com a vida, tranqüilo, que não perde a piada nunca. E foi com muito bom humor e visual escrachado, vide as fotos inusitadas espalhadas pela rede, que Rafael Castro se transformou numa máquina de compor músicas.

Gravando tudo de forma caseira, com o espírito lo-fi aventureiro, ele lançou, desde 2006, cinco discos, sendo três apenas no ano passado.

Rafael Castro é um cancioneiro de primeira e merecidamente aparece entre os ganhadores do concurso. O compositor, sempre acompanhado d'os Monumentais, hoje empresta seu próprio nome ao projeto em que está envolvido. Mas passou anos liderando a patota quando esta se reunia sob outro nome, SuperQuase.

Muito comentado em blogs e podcasts, e visto ao vivo por poucos, Rafael Castro finalmente mostrará seu trabalho aos paulistanos. "Fobia Aguda de Pessoas Que Batucam Mal" foi o carro chefe de sua campanha rumo à apresentação no Milo Garage, nesta quinta (10/07), e ilustra bem a simplicidade e a irreverência do vasto repertório de Rafael.

Lembrando que a coluna Refletores se propõe a lançar luzes especiais para as atrações vencedoras do concurso TramaVirtual/Peligro. Os shows do ciclo continuam durante todo o mês de julho, sendo os próximos Tenis (no dia 17), Velhos e Usados (no dia 24) e Destruidores de Tóquio (no dia 31).

Refletores acesos:

Rafael Castro e os Monumentais

Quando começou?

Fazia música desde criança porque gostava de tocar o piano que tinha em casa. Mas eu não gostava de estudar música, daí fazia as minhas próprias e assim não precisava ficar lidando com partitura e essas coisas importantes. Isso foi em 1990, e é claro que eu era muito ruim e não tinha nada a ver com isso de agora.

Como começou?

Esse lance mais ou menos como é hoje começou depois de aprender a gravar toscamente, lá em casa, em 2004, e mostrar para os amigos. Não demorou muito até alguns apoiarem a idéia de montar uma banda pra tocar aquilo. Daí continuei gravando e tocando com esses amigos, aqui e ali.

Principais influências?

Jorge Mautner, Juca Chaves. Jards Macalé, Roberto Carlos e algum guitarrista estrangeiro fodidão.

Como define seu som?

Som pra tirar no violão, cantar com os amigos e não sentir vergonha, ainda que precise beber um tiquinho antes, mais pra aquecer a voz, mesmo. Quanto a estilo, pra não ter erro, é MPB. É música, é popular e é brasileira. Definição mais rápida: trilha sonora de suicídio.

Por que vale a pena ouvir você?

Porque minhas músicas são feitas com amor, carinho e dedicação. Se bem que, se pá, nem vale a pena - é uma coisa de momento, de cheiro, de pele...

Como você usa a internet?

Com café e cigarro, tranqüilo.

Se você pudesse escolher algum outro bardo do folk ao seu estilo para tocar ao lado, quem seria?

Então, rapaz. Num entendo muito esse negócio que saiu por aí de folk rock. Se for ver mesmo, tem um negocinho ou outro de folk numa música ou em outra, mas "folk-folk" mesmo, num é. Eu me identifico mais com a idéia do Diego Franco (produtor do podcast Baixaria) de me chamar de Hard Rock - tem o riff, tem o refrão e tem o solinho. Se fosse pra escolher alguém pra tocar do meu lado seria meu pai. Só que ele é muito grosseiro, embora tenha uma puta presença de palco e uma deliciosa voz de cafajeste.

O que de melhor e pior aconteceu com você até o momento?

Pô. Pergunta complicada. Teve uma vez que eu achei uma nota de R$20 no chão do bar depois que minha grana já tinha acabado. Essa foi uma das melhores coisas que aconteceram até o momento, dentre as coisas que a gente pode dizer assim sem culpa, em público. De pior teve uma vez que eu fumei maconha e fiquei com síndrome do pânico.

Qual foi a sensação de ter sido escolhido no concurso?

Sensação boa, né? Eram quase 400 ou mais de 400 bandas inscritas, daí me escolhem. Qualquer um sentiria um afeto no ar. Uma satisfação e tal.

Qual é o futuro desse folk meio pastelão no Brasil -é uma coisa que pode virar hype?

Como eu disse ali em cima, eu não sei de nada disso aí! Se bem que, sendo justo, qualquer coisa pode virar hype, até mesmo eu e você. A coisa do pastelão rola bem, né? Não pesa, não enche os pacová. Pode virar hype.

Você se sente ofendido com o rótulo?

Não, não. Ofendido, não. Se rolou o desejo, tem mais é que pôr. Só acho que rótulo é uma coisa que tem que sentar pra conversar, dar aquela debatida, tomar uma cachaça, rolar um acordo comum. Ó, um rótulo legal é 'o novo Mutantes' - isso é quase tão injusto quanto folk pastelão, mas deve dar mais polêmica e mais sentação pra falatório. Que tal?

http://tramavirtual.uol.com.br/noticia.jsp?noticia=7570

Postado por Rafael Castro Oliveira da Silva às 01:31 horas

Entrevista para o Programa Garagem

Sábado, Abril 05, 2008

Mais uma entrevista da séria série "entrevistas com quem você ama"

O Programa Garagem foi até lençóis Paulista em uma tarde ensolarada e cheia de espirros para entrevistar por e-mail o novo fenômeno da música independente nacional. Rafael Castro!

Rafael Castro é de Lençóis Paulista. Músico, compositor e naturista, Rafael era integrante da extinta banda paulista SuperQuase. Hoje, ao lado de sua nova banda, "Rafael Castro e Os Monumentais", lançou cinco discos em menos de três anos.

...

Uma vez fui falar com você e você disse que eu era amigo do Cleyton. Eu não conheço nenhum Cleyton. Você sabe quem eu sou?

Você, não. O Cleiton que eu conheço é com I.

Por que o Superquase acabou? Você se sentiu abalado com o fim do SuperQuase?

O SuperQuase acabou porque o baterista, o Marcelo, saiu da banda porque tinha que trabalhar, fazer faculdade, etc. Daí eu fiquei um pouco desesperado porque em Lençóis Paulista não tem muitos bateristas e de desânimo pra procurar um novo baterista levei a banda ao fim.

(Rafael sorri e responde com uma voz branda e aveludada) Me senti muito mais livre pra compor as músicas mais estranhas, aquelas que dificilmente seriam tocadas pela banda um dia; então fiquei de boa.

Onde você arrumou os Monumentais? E de onde diabos você tirou esse nome?

Eu arrumei chamando caras que já tinha tocado comigo no SuperQuase. Depois do fim da banda eu continuei fazendo os acústicos que sempre fiz com o Cleiton pra levantar uma grana, daí as pessoas que assistiam esses acústicos me torravam pra eu tocar músicas minhas e não isso era a proposta do acústico e, muitas vezes, muito menos a proposta do bar. Os Monumentais são o Filipe, no baixo, e o Marcelo que saiu do SuperQuase, na bateria. O Filipe foi o primeiro guitarrista do SuperQuase, então pode-se dizer que é a mesma banda, reduzida, e com um nome muito mais egoísta e imponente.

O nome "Os Monumentais" eu achei bonito.

Esse lance de falar que você grava tudo em casa, é real mesmo ou é só uma estratégia de marketing?

É real. Gravo tudo em casa com aqueles microfonezinhos de PC, aqueles de plástico que vêm com o micro quando você compra em loja de eletrodomésticos. Isso também é uma estratégia de marketing, mas, convenhamos, uma péssima estratégia. E eu tenho medo disso; (Rafael olha para o próprio pé e espirra) as pessoas podem se encorajar a fazer gravações caseiras toscas e a gente pode acabar sendo bombardeado com mais um lote de música de péssima qualidade.

Recentemente comentamos sobre você no Programa Garagem. Falamos que você é um compositor insaciável. Você concorda?

Acho que concordo. Acabei de compor uma música chamada "Fazenda". Nela eu sou um monte de bicho junto, a voz da bicharia de corte prestes a ser abatida sendo judiada por uma senhorinha fazendeira que eu amo.

Eu sei que você regravou algumas músicas que eram do SuperQuase, mas mesmo assim, foram 5 CDs em três anos. Você pretende seguir esses números?

(Rafael fica embaraçado, pede gelo, vai no banheiro, volta, fuma um cigarro e espirra) Na verdade, foi o SuperQuase que regravou algumas músicas que eram minhas e já pertenciam a esses álbuns; umas três. A grande maioria das músicas que saíram como SuperQuase era o velho Rafael Castro de sempre que continua até hoje.

Podemos esperar no mínimo mais um CD ainda pra esse ano?

Sim, agora que estou voltando pra Lençóis depois de uma frustrada incursão pela capital do meu estado, São Paulo, poderei voltar pro meu quarto, onde gravo as coisas. É muito provável que saia mais um disco completo pra esse ano e um EP no estilo da "Serenata do Capeta", com regravações da fase super-tosca antes do "Fazendo Tricot" que não foram publicadas.

Você pretende lançar um "The Best of Rafael Castro e Os Monumentais"?

Acho que não tem porque. Qualquer pessoa com banda larga baixa tudo lá do Myspace e cria seu próprio "Best Of Rafael Castro e Os Monumentais" em alguns minutos.

De onde você tira tanta música? São fatos reais?

Eu sou vagabundo por natureza. Odeio trabalhar, mas também odeio que me chamem de vagabundo; daí eu fico fazendo uma música atrás da outra pra dizer pra mamãe que eu estou trabalhando – ela acredita, canta junto e até já participou de gravação, papai também. (Rafael não se agüenta quando começa a tocar "Beat It", vai dançar e volta) Em síntese eu tiro as músicas da pressão familiar.

Muitas músicas são frutos de experiências reais, sim. É melhor não dizer quais exatamente seguem essa premissa porque ninguém mais gosta de roqueiro sociopata transviado.

Você realmente sente saudade do seu cabelo?

Quando eu fiz a música eu realmente sentia falta dele, sem cabelo eu sou um boboca, o cabelo escondia isso por uns minutos. Hoje eu sou um boboca orgulhoso.

Tem fobia aguda de pessoas que batucam mal?

Acredito que todas as pessoas têm fobia aguda de pessoas que batucam mal, até mesmo as pessoas que batucam mal. É só uma questão de se atinar a isso. Da próxima vez que alguém batucar perto de você, certifique-se que há um amigo não-fóbico pra te impedir de arrebentar a cara do sujeito. Afinal, pra quê batucar? (Rafael derrama uma lágrima) PRA QUÊ?

Você votaria no Silvio Santos para presidente?

Sim. Ele faria aviõezinhos de dinheiro público ou daria a grana depois que um cidadão cumprisse alguma tarefa divertida; tudo isso seria filmado, televisionado e a popularidade dele só aumentaria, governando o país por uns 100 anos, formando a dinastia Abravanel. Gosto de círculos viciosos.

Na música "Sobre A Problemática Global" você diz que nunca esteve na Somália e nunca vai querer estar. Qual é o teu problema com a Somália? Um de nossos estagiários veio de lá e não gostou da piada.

Passa o endereço do estagiário e eu mando uma cesta-básica pra ele com um cartãozinho amistoso.

Você costuma embebedar as garotas para facilitar o flerte?

Descambando com a idéia de me dissociar da imagem de roqueiro sociopata transviado, sim. Mas isso porque a idéia da música gira em torno da sonofilia. Embebedar garotas pra elas ficarem fáceis é coisa de gente bonita, saudável.

Você fez isso com sua vizinha?

Minha vizinha é minha avó. E não.

Alexandre Gaioto, um de nossos apresentadores é leitor assíduo de Oscar Wilde, o que você tem a dizer pra ele?

(morrendo de vergonha, rindo com o maior dos desdéns, virando e pedindo um drinque ao João) Alexandre! Me acompanha num assobio?

Você tem vários fãs. Não apenas em Lençóis Paulista, como por exemplo a Pámela, de São Paulo.

Pois é, os fãs vão se espalhando por aí, isso é bonitinho!

Você tem fãs em Maringá?

Não sei dos fãs de Maringá. Se tiver algum, mando um salve, salve, simpatia!

Existe algum fã fanático extremista? Já atiraram objetos no palco?

Não. Fanático extremista, não. Geralmente eu convido os meus fãs pra almoçarem em casa e quebro totalmente qualquer estereótipo de deus servido com oferendas. Em contrapartida eu já atirei objetos do palco e deu merda.

Já vi uma comunidade no orkut de sua autoria, na qual você sugeria que as pessoas de Lençóis Paulista andassem peladas. Além disso, você tem algumas fotos espalhadas pela internet, nas quais você possivelmente está nu. Qual é o seu lance com a nudez?

(Rafael tem um ataque de espirros) Nudez, nesse caso, é muito mais um lance de alcoolismo do que de filosofia naturalista. Acho que todas as pessoas quando bebem querem fazer besteira e ficar nu em público é uma beleza de besteira. A comunidade é nada mais que um incentivo às pessoas, pra que entrem em enrascada e saiam um pouco de suas vidas felizes e tranqüilas que eu tanto invejo. Além disso é muito mais fácil flertar sua amiga se, além de bêbada, ela já estiver nua. Aliás, isso tudo é óbvio.

Qual a melhor atriz pornô?

A que a gente pode transar antes, durante ou depois de ver o filme.

Você ouve ou já ouviu o Garagem? Ou não tem nem idéia de porque eu estou te fazendo essas perguntas?

Ouvi alguns programas com o SuperQuase, depois de descobrir que tínhamos sido veiculados por aí. Eu toquei em algum programa? Tou por fora. (Rafael espirra)

http://programagaragem.blogspot.com/2008/04/mais-uma-entrevista-da-sria-srie.html

Postado por Rafael Castro Oliveira da Silva às 01:30 horas
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Comentários e Recados

PJeC em 15/11/2009Arapongas · PR

Prazer aqui é o Christiano da Dupla Paulo Junior e Christiano.Quero dizer que nós gostamos de seu palco e até clicamos para virar fã! Ah gostaria que você de uma entrada em nosso Palco e deixe sua Opinião sobre nossa nova música "Fera da Noite". Assim que entrar a música automaticamente irá tocar http://palcomp3.com/PJeC/ Conto c/ sua opnião! Abraços e até mais!

Joe Giordanelli em 12/11/2009Avaré · SP

tem uma musica cara sua q eu queria ouvir

coloca aki!!!

axo q xama " eu amo tuas amigas" é muito boaaaa!!!

abraço

http://palcomp3.com/joegiordanelli/

Gus em 06/10/2009Goiânia · GO

Cara, cada dia mais seu fã!!!

apareça em Goiânia pra fazer um show!!!!

abração

Blinho em 31/08/2009Boa Vista · RR

Muito bom viu.

Gostei demais do som.

O Brasil ainda vai conhecer esse talento!

Abração e Que Deus esteja presente sempre.

www.palcomp3.com.br/blinho

João Renner & Rennan em 29/08/2009Arapongas · PR

Parabéns, também gostei, e inclusive já clicamos

para ser seu fã aqui no seu palco!!

Ficaria muito grato se você pudesse

opinar na nossa nova composição

"O cabaré Incendiou"

Assim que entrar no nosso palcoMp3 www.palcomp3.com.br/joaorennererennan

ela irá tocar automaticamente!

Se quiser, pode nos add no msn meuivairadio@hotmail.com

Grande abraço, aguardo sua opinião

e Sucesso!!

João Renner e Rennan!

Pil em 06/07/2009São José dos Campos · SP

Muito bom!

Alex em 06/06/2009Recife · PE

Meu irmão, você já tem sua propria sonoridade e muita personalidade... Siga em frente!

Só gostaria de dar uma dica: O seu nome não tem nada a ver com o som que vc faz!

Abraço!

zé doido em 16/05/2009Pelotas · RS

doido e bom parabens, pena musicos assim nao ter mais espaço na midia. abraçao

Rudá em 13/03/2009Aracaju · SE

a gente separado....

nocaute separado....

Rudá em 13/03/2009Aracaju · SE

curioso agente ter feito 'nocaute'....só nos dois no palcomp3

viaje na net ao som ambiente do AlfaRudá:

http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/alfaruda/

fé em Deus sempre e sempre...

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