Nasceu em Brusque, Santa Catarina. Era ainda muito criança quando optou pelo sacerdócio. Aos 11 anos ingressou no seminário da Congregação do Sagrado Coração de Jesus. O violão foi sempre o companheiro de todas as horas. Gostava de compor.
leia o release completoÓtimo comentário de José Carlos Penha
padrejoaozinho on setembro 2nd, 2009
Boa tarde, Pe. Joãozinho.
A dedicação do homem ao trabalho é diretamente proporcional à evolução tecnológica. Infelizmente! Hoje, com internet, celular e demais tecnologias, houve a evolução de conceitos como “home office” (trabalhar em casa) e disponibilidade 100% do tempo para a empresa.
É muito comum a empresa entregar um celular e um notebook para o funcionário e aí obrigá-lo a ficar conectado 100% do tempo. Não existe mais descanso. A lei reconhece o chamado DSR - descanso semanal remunerado - mas este conceito precisa ser revisto pelos nossos legisladores, pois ele é anterior aos avanços tecnológicos.
Por um lado, vem o homem de RH - Recursos Humanos - falar em termos bonitos como qualidade de vida. Mas como ter qualidade de vida vivendo sob tensão 24 horas por dia? Sim, eu digo 24 horas por dia, pois há trabalhadores que dormem com o celular ligado debaixo do travesseiro, pois podem receber uma ligação do chefe maníaco por serviço a qualquer hora da noite.
Uma outra condição que agrava tudo isso é a globalização. Quem trabalha ou trabalhou numa multinacional sabe como isso funciona. Imagine quem trabalha numa filial de uma multinacional japonesa. Na hora que deveria estar dormindo aqui, a matriz está trabalhando lá no Japão. Então, é um tal de e-mail e ligações telefônicas de lá para cá, solicitando informações.
Entendo que a globalização aliada à integração das telecomunicações com a informática acabou tirando o descanso de muitas pessoas. O mundo ficou muito pequeno.
Há ainda outros fatores. O ambiente consumista da civilização pós-moderna inspira desejos e necessidades nas pessoas. A obsolescência tecnológica dos bens que deveriam ser duráveis é muito rápida. A propaganda consumista impele o homem para as compras, e nem sempre o orçamento familiar é suficiente, daí a necessidade de trabalho extraordinário, bicos e segundo emprego para muitas pessoas. Tudo isso sacrifica as horas de lazer e descanso.
Por fim, mas sem esgotar o assunto, lembro que o ambiente predominante nas empresas é de competição, com avaliações de desempenho, metas a serem batidas, bônus e remuneração variável. Os níveis cada vez mais sofisticados de produtividade e qualidade levam o trabalhador a estender a sua jornada de trabalho, muitas vezes sem a devida remuneração. O salário por si só não é suficiente para satisfazer todas as necessidades básicas do homem.
Abraço fraterno.
José Carlos Penha
Postado por Mário CarlosDevemos rezar com os irmãos separados?
padrejoaozinho on setembro 1st, 2009
Márcio me mandou um comentário em que procura indicar um ponto em que ele acha que o Concílio Vaticano II errou. Segundo ele, inspirado em Santo Agostinho e Santo Tomás, não devemos rezar com os hereges. O que você acha? Um padre católico, ou bispo, ou até mesmo o papa, deve ou não rezar em um “culto ecumênico”, junto com um pastor protestante, ou mesmo em um congresso, junto com líderes de outras religiões?
Segue o comentário do Márcio:
—
Pe João, Salve Maria!
O senhor está interessado em saber se houve erros no Concílio Vaticano II?
Solicito humildemente que leia o artigo
http://intribulationepatientes…..o-parte-1/
Note bem que o concílio incentivou a oração em conjunto com os hereges.
As Sagradas Escrituras, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino nos advertem seriamente para não o fazermos.
Não é esta uma contradição evidente entre o sábio ensinamento da Santa Igreja e as opiniões lançadas pelo Concílio Vaticano II?
Santo Agostinho, por exemplo, nos ensina:
“É de importância capital para a salvação dos homens que estejam unidos pelo dogma, antes de estarem pelo culto.” Santo Agostinho, 1, De Vera religione.
E as Sagradas Escrituras também trazem palavras claras sobre o contato com hereges:
“Acautelai-vos, para que não percais o fruto de nosso trabalho, mas antes possais receber plena recompensa. Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho. Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. Porque quem o saúda toma parte em suas obras más.” II Jo 1,8-11
Como pode, então, a Unitatis Redintegratio, em seu número 8, incentivar a oração em comum com os hereges, ditos “irmãos separados”?
“Em algumas circunstâncias peculiares, como por ocasião das orações prescritas «pro unitate» em reuniões ecuménicas, é lícito e até desejável que os católicos se associem aos irmãos separados na oração.(…)” UR n.8
Há muitos exemplos de ambiguidades no CV II. Mas no texto citado acima, já não se pode falar apenas em ambiguidade. É um erro, claríssimo, contido nas letras do pastoral e falível concílio.
Espero que o senhor reflita sobre a gravidade e a clareza dos erros do concílio.
AMDG,
Márcio
Postado por Mário Carloslindo trabalho Deus abençoe muito sucesso nesse anos ai vlw...
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Blumenau . SCA Beleza de uma Mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo...
A Beleza de uma Mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta do seu coração, o lugar onde o AMOR reside.
A Beleza de uma mulher não está na sua expressão facial, mas a verdadeira beleza está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.
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Bocaiúva . MG