Palco MP3 - música independente divulgada de verdade

Contato

Matheus Galvão(71) 8157-7150(71) 3376-3233Enviar e-mailSite OficialBlog

Matheus Galvão

Nova MPB | Salvador / BA

Baiano, de Salvador, aprendeu a 'tocar' violão aos 18 anos. Suas maiores influências são Marisa Monte, Milton Nascimento, Paulo Moska, Lenine, Chico Buarque, Arnaldo Antunes, Gilberto Gil... Ah e já ia me esquecendo do Lobão [põe do lado do Chico...

leia o release completo

Blog

Quinta, 09 de fevereiro de 2012

Às vezes me perguntam qual meu estilo de música predileto. Eu respondo: todos os que me agradem, tenha uma boa melodia, ritmo, letra (principalmente, mas não essencialmente). Gosto muito dos estilos intimistas como o jazz e seus descendentes: rock, reggae, ska, blues... O som livre e dançante destes ritmos me agradam muito: a liberdade me agrada muito. Tanto que geralmente me agradam os cantores que investem nesse intimismo. Sou grande fã de Maria Rita e de todos os discos dela o que mais me agradou - embora existam outros com a mesma formação - é o seu disco homônimo: Maria Rita. O primeiro disco da menina foi, sem dúvida, uma obra-prima, antológica na música brasileira. Tom Capone, mestre da engenharia de som, produtor do disco, mostrou que independente do rock em suas veias o intimismo e a leveza estavam presentes nele. O disco, voltando ao assunto, tem uma versão de uma músicas mais belas de Milton Nascimento: A Festa.

Outra cantora que muito me agrada, e que só pude conhecer, infelizmente, perto de sua morte foi Amy Winehouse. A sua voz inconfundível e sua característica meio "retrô", anos 50 e 60, davam um peso muito particular em meio a tanta música mais POP eletrônica. ela soube valorizar o que havia de bom e conectar com a modernidade eletrônica.

estou aqui falando tudo isso porque quando componho, embora tenha um estilo muito parecido [que agora chamam de nova MPB] admiro muito os ritmos mais pesados e dançantes. Gosto, admito, que desenvolvi recentemente ouvindo Jason Mraz, outro monstro da música internacional.

Música é aquela que nos agrada, que marca um momento, por mais que você não goste de um estilo, às vezes, somente por um momento marcante a música fica na cabeça e você acaba admirando!

Conclusão: não dá pra ter preconceito com música. Abra sua mente e se deixe levar: mas tem um limite...

Postado por Matheus Bastos Galvão
Sábado, 04 de fevereiro de 2012

Andei cantando sozinho no chuveiro. A minha voz ecoa por cada parede e me deixa tão afinado quanto o melhor cantor da Praia dos Sete Coqueiros. Eu não sei onde fica isso exatamente, mas já sonhei com esse lugar; tem muitos coqueiros, óbvio. Aliás, não são muitos, mas sete, como aponta o nome. Estava eu e minha musa, a qual prefiro manter no anonimato, pois sei que alguns a conhecem e não quero identificá-la nem mesmo causar discórdias. Só posso dizer que é a mulher mais bela que já vi, sorri como ninguém, gosta do mar tanto quanto qualquer sereia. Adora passar a noite em claro - se não tivesse horário amanheceria conversando. Sim, mas voltando à praia... ali existia um grupo de cantores ecléticos, cantavam de tudo, do pagode à ópera. Não que seja uma escala de qualidade, mas são estilos opostos, ora. Sei que esse grupo, composto por mais ou menos doze figuras ímpares na afinação vocal, apresentou-se para mim e para minha musa em um sonho dos mais conscientes que já tive. A realidade era sensível, tão sensível que ao despertar pensei que a realidade era onirismo. Cantavam todos eles sem acompanhamento de qualquer instrumento musical, entretanto todo o som era redondo, bem acabado e dava a impressão de que havia uma orquestra muito bem arranjada. Era só voz. E eu me lembro bem do Sol vermelho - era tardezinha -, quase que sincronicamente, iluminando as doze criaturas um tanto divinas. Lembro-me de uma versão quase imperceptível de Someone Like You, de Adele, notável apenas pelo refrão e pela sensação que a música causa em mim; arrepiei-me em sonho e em pelos. Minha musa já não se fazia presente e eu não entendi o porquê. A essa altura acreditei que a loucura tomava conta de mim, afinal não há como sair da Praia dos Sete Coqueiros, uma ilha minúscula, onde vivem os doze cantores, distante de tudo e de todos. Aonde iria ela? Como saíra dali? E como eu não percebi? Por que não a agarrei entre os braços para assegurar a sua permanência? Quando o Sol se punha, restando apenas uma ponta que me lembrava uma francesinha, os doze cantores encerraram com uma música que me fizeram entender o esquivo de minha musa. Eu já não fazia mais questão de permanecer na Praia dos Sete Coqueiros. Não fazia questão da música boa, daquela paz; quis acordar da realidade falsa e confundi mais uma vez. Onde termina o sonho e começa a realidade?

Postado por Matheus Bastos Galvão
Sábado, 04 de fevereiro de 2012

A greve da Polícia Milita da Bahia tem deixado os baianos assutados com o vandalismo. O que muitos não sabem é que em meio aos vândalos, aqueles muitos que realmente existem por aí diuturnamente, existem os próprios policiais que propagam e praticam atos de vandalismo com o intuito de assustar ainda mais os cidadãos. Forma vergonhosa de pressionar os governantes.

Claro que a Polícia Militar deve ter um acréscimo e outros benefícios, porém a greve e as ações hostis praticadas pelos próprios agentes policiais revelam que são esses mesmos indivíduos agressivos que atuam na segurança pública. E mais: que o comportamento visto em muitos de seus atos durante a paralisação indicam a falta de ética desses profissionais, muitos deles corruptos e criminosos, que permitem a violência em troco de benefícios próprios e alianças com os bandidos.

Claro que é inevitável conter a corrupção instantaneamente, mas como selecionar os integrantes da força que deve manter a ordem e a paz dentro de uma cidade?

Acho difícil eleger, indicar um método de seleção, mas arrisco um palpite que, embora a longo prazo, resolverá - ou não, quem sabe?- muitos dos problemas que se vive: investir mais na educação. Aliás, há muito que os filósofos apregoavam a necessidade de se ensinar as boas virtudes. Os bons governantes seriam aqueles que conseguissem harmonizar as condutas individuais - uma ética subjetiva, particular - aos costumes [bons costumes, diga-se de passagem], isto é, à ética objetiva. "Lei nenhuma educa, mas sim os costumes".

A força não está, então, em ampliar a segurança e sua força bruta, mas em educar todos para que se comportem dentro de parâmetros harmônicos de convivência. Isso não se faz com uma educação que privilegia o individualismo de se encontrar a profissão, a vocação profissional [até porque a recompensa profissional pode não chegar!], ao contrário, faz-se com construção de valores e de percepção axiológica da pessoa humana. Isso não é, como já disse, instantâneo, mas é preciso, o quanto antes, que se dê o primeiro passo para uma educação mais humana. A segurança [pelo menos em parte] está aí.

Postado por Matheus Bastos Galvão
Quarta, 01 de fevereiro de 2012

Estou num bloqueio criativo por agora. Acabei de criar três arranjos e me faltam as palavras. Vou fazer vocalize? Não. Esperar um pouco.

Postado por Matheus Bastos Galvão

Comentários

Najara Lheander - 31/01/2012

BOM TRABAHO! GOSTEI DAS MÚSICAS, DESEJO SUCESSO .. BJSSS (NAJARA LHEANDER)

Cascavel . PR
manosdoarrocha - 09/01/2012

Isso Ae Belissimo Trabalho, Ouvi, gostei e Virei Fã. Aproveite e nos faça uma Visitinha tambem e se Posivel vire Nosso Fã tambem. Sucesso e muitas Conquistas em 2012 vlw

Ass. Manos do Arrocha

Itambé . BA
  • Jan
Studio Sol