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Guilherme Pereira

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Guilherme Pereira

CANTOR E COMPOSITOR MINEIRO QUE INSPIRA VERSOS E EXPIRA CANÇÕES. EM SEU TRABALHO MUSICAL, SUA PARA SOAR HARMONICAMENTE. NO PRIMEIRO ALBUM DIVULGADO AQUI, TEVE A HONRA DE TER UNS TOQUES DA GUITARRA MÁGICA DO MESTRE LANNY GORDIN ARRANJANDO SUTILMENTE

leia o release completo

Blog

Sexta, 06 de novembro de 2009

Sobre a madalena...

Apenas uma

Dentre tantas canções que apresentamos no arraial do Instituto Biológico, Vila Mariana. Em 2008.

Nos reunimos para ensaios e seleção de repertório

A performace “Tubo de Ensaio” com o show intitulado: Violeiros Da Vila

com a participação de André Raimundo, Guilherme Pereira e Renato Callado.

Logo postarei mais vídeos...

De grupos que fiz e faço parte:

A-Kg, Tubo de Ensaio, Atucse e Orquestra Errante

Atenciosa mente

Guilherme

Postado por thiago pereira da silva santos às 13:04 horas
Quarta, 21 de outubro de 2009

Olá Amigas Amigos e Ouvintes em geral!

Sou pianista improvisador de dois grupos contemporâneos...

Atucse (EMESP) e Orquestra Errante (ECA USP).

Vai aqui um convite!

Dia 13 de novembro 20h,Departamento de Música da Usp:

Concerto de encerramento dos workshops com Chefa Alonso (Espanha)

Orquestra Errante + Atucse + convidados

Entrada Franquíssima!

Abraço a todos!

Guilherme

Postado por thiago pereira da silva santos às 15:23 horas
Sexta, 11 de setembro de 2009

CASA UM, DEZES SEIS...

Sobre a casa dezesseis...

Era uma vez um rapaz que queria ser cantor...

Num canto ficou esquecido.

Oh! Casa gelada deste cidadão!

Cidade imensa; Saudade dói Matão.

Sertão! Ah... Noite, música esquecida...

A arte brotava, como flor!

Amigos... Amigas ...

Namoros lambuzaram como o beija...

Pássaro flutua dor

O encanto da serra,

Da terra rocha, da casa da arvore na roça...

E a lua que brilhava no chão.

Caminhamos em busca de novos pensamentos,

Lutando como podemos, COM TODA RAÇA!

Humana embutida, a nossa

procura é por mais. Reconhecimento!

Uma mora dia, um corpo que molda

Em são pulo de minha vida

Pintei, cantei, esculachei com a ida

Fiquei sem volta...

Estudei para o cara

Não reclamar do erro

Do som...

DO DOM!

Do terror que causamos à noite

Sem bebês... Para ninarmos...

Da arte que geramos

Do olhar verde no olho preto.

Apaixonados...

Lembra do meu beijo?...

Que boca...

Que linda...

Quentinha ...

Era a casa, o aconchego que tinha,

Sem lareira, mas um fogo.

Pois era rodeada de concreto...

Fria.

Prédio! Pelo amor de Deus

Que nos dê saída

Quero ver o verde de Minas, a rua que brinquei!...

Sem lei

Envolvi-me em casos...

Diversos e versos aprendemos;

Contatando com o transcendente,

O pincel ambulante “desabruxarei” a flor do mal

E o escritor

Percebeu que em sua parede,

Não havia mais seus quadros...

Menos um, que era o menor, que de lado ali ficou.

Esquecido, pequeno...

No canto

O bem estar da primavera.

Um rádio, o enfeite, a guitarra...

Caixas de som

Eu sem voz

Vós, sem mim!

Seguem irmãos,

Com passo, preciso.

Cuidem do jardim...

Ou, deixe pra lá!

Chuva cuida.

Produzimos dos sons... A arte

Onde quer quê peça, em qualquer parte,

Mas naquela sala era sentir!

O teto e o chão com o som ir

Ao infinito.

Meu manifesto de dói e dão.

Não carregava bandeira

Porém o sol não deixava

De acender meu viver, a beira...

Então a paixão veio para valer,

Minha vida, meu abismo.

Mudou com o amor

Minha loira flor

Mirei seus olhos encantados à

Mata, capoeira e trilha.

Ao nascer de minha filha!

Ser Pai é ser de novo, outro Ser.

Eu sou agora e sempre são

Tomás de Aquino, Minas Gerais, Brasil

Ao nascer no paraíso, comi a maça e o seu bicho...

Sou filho de Maria neto de Santa Ana

Pai é

José

Neto peralta no quintal...

Dito tem Diolina

E vocês tem dito

O que realmente pensa?

Nessa cidade de garoa

E coisas densas.

Aquilo que você pensa pode ser aquilo que você faz!

Guilherme Pereira Da Silva Santos

22-06-2008

Postado por thiago pereira da silva santos às 10:07 horas
Terça, 18 de agosto de 2009

Este sítio virtual gradualmente vai se constituindo

Como uma semente que vira árvore, sabor e frutos

o mais importante é que estamos sempre usando a expressão da arte musical

Real e virtualmente

Em breve postarei vídeos de apresentações que fiz juntamente com amigos sonoros

Por enquanto esses vídeos que aqui estão

bem dizer são da comunidade de agragados do som, (casa dezesseis)

companheiros que frequentam minha antiga casa,

cuidada por meu irmão e amigos

Um espaço de artes em geral,

musicalidade e repouso...

Lá iniciei meu caminho para a aprendizagem de ser "artísta prástico" digo assim, com o (r) para valer a plásticidade e a prática da arte.

A música me ensinou a pintar e as cores a re-tocar canções...

Compor é algo diário pois valorizo os improvisos dos momentos.

Obs: postei novas canções no http://guilhermepereira.conexaovivo.com.br

As primeiras que gravei aqui em São Paulo em 2000.

Vale a pena conferir! "Coisas Belas" é o nome da música.

Guilherme Pereira

Postado por thiago pereira da silva santos às 17:45 horas
Segunda, 18 de maio de 2009

O cantor e compositor Guilherme Pereira se encantou pela música logo na infância. Era quando ao seu redor ecoava a cultura rítmica das congadas, dos tambores, as latinhas amarradas nos pés - brincando de dançar Moçambique ou congo... E contando com as influências dos milhares de sons da natureza: do assobio do vento à diversidade dos cantos dos pássaros da sua cidade nas Minas Gerais, a pequena e graciosa São Tomás de Aquino. Nela soaram os seus primeiros acordes, seus toques livres no violão, cantarolavam consigo, quando contava cerca de oito anos de idade.

Lá nessa cidadezinha, chamada de “SãTumais”, permaneceu até os dezenove anos de idade e nesse período estudou violão com vários professores. Também estudou em cidades vizinhas como em S. S. Paraíso, MG e dedicou-se ao violão durante cinco anos com o professor “Guelfo Colombo”, muito conhecido e conceituado na região. Em seguida estudou no “Centro Violonístico Villa Lobos” e depois, canto coral, teoria musical, e violão no “Instituto Musical Ars Nova”, ambas escolas em Franca - SP.

No ano de 2000, mudou-se para São Paulo e ingressou-se no curso de Psicologia, porém não deixou de lado sua música, nem de se envolver com outros músicos. Desde sua chegada já tocou em diversos bares, eventos, festas e festivais, adquirindo assim, conhecimento e cada vez mais interesse pelo estudo em música, pelo contato com outros profissionais da área...

Continuou aprimorando seus estudos musicais e no ano de 2002 entrou na Escola de Comunicação e Arte (ECA), na Universidade de São Paulo (USP) e concluiu os cursos de extensão universitária na modalidade de difusão: “Percepção Rítmica, Melódica e Harmônica” e “Laboratório de Canto”.

Na metade de 2003 começou a ter um contato maior com um grande músico, o genial Lanny Gordin. Além de ter tido riquíssimas aulas que mudou o seu jeito de tocar e sentir a música, teve uma forte relação de amizade, convivência e aprendizagem que perdura e se transforma com o passar do tempo. Também trabalharam juntos em gravações nas quais Lanny arranjou com seu carinho harmônico.

Em 2008 ingressou no Programa de Pós Graduação da ECA – USP. Na área de Musicologia, cursou: “Música e Cultura das Mídias”. Ministrado pela Prof. Dra. Heloisa de Araújo Duarte Valente. E na área de Processos da Criação Musical, cursou: “Nos Territórios da Improvisação: Pensamento e Ação Musical em Tempo Real”. Ministrado pelo Prof. Dr. Rogério Luiz Moraes Costa.

Na Universidade Livre de Música (ULM) Centro de Estudos Musicais Tom Jobim, cursou: “A Música na Escola - Capacitação de Professores”. Ministrado pela Prof. Maria Zei Biagioni. “Composição Popular (Letra e Música)” Ministrado pelo Prof. Eduardo Gudin. E “Iniciação à Teoria Musical” Ministrado pela Prof. Nívea Abujamra Nasser.

Além do seu “repertório de barzinho” – sempre a prezar pela qualidade das composições – também cria suas próprias. Compõe por necessidade e atento sempre para a valorização dos improvisos que surgem nas essências de suas interpretações.

Uma pequena parcela do trabalho de poesias e canções foram gravadas com o apoio e dedicação de amigos sonoros, convidados, instrumentistas fantásticos, parceiros, familiares e, é claro, com a força espiritual e a inspiração do compositor e idealizador deste trabalho - que teve o prazer e a honra de receber a mágica energia da guitarra do seu professor e mestre Lanny Gordin em boa parte do disco.

Depois em uma nova formação com o grupo "Akg" (aquilo) tudo foi mostrado em 2007 no aniversário de 80 anos do Instituto Biológico. Nessa época criamos climas harmônicos, poéticos e melódicos em nossos ensaios performático.

Em 2008 fomos convidados para tocar outra vez na festa do Instituto, só que em um arraial programado pelo jornal pedaço da vila e a sub prefeitura da Vila Mariana. Nos apresentamos como “Tubo de Ensaio” dando um show intitulado: Violeiros da vila com: Guilherme Pereira, André Raimundo e Renato Callado.

Atualmente estudante de improvisação, membro da Orquestra Errante da ECA-USP e colaborador de pesquisa da pós graduação. Na dísciplina "A Gênese da Notação Musical na Criança."

Ficha Técnica:

Lanny Gordin, guitarras nas canções: Parque do Ibirapuera, Bastaria, Necessidade, Chave, Minas e Cacofonia e Apontando.

Luciano Campo Grande no baixo, nas faixas: Parque do Ibirapuera, Bastaria e Necessidade.

Luis Marcelo na bateria, faixas: Parque do Ibirapuera, Bastaria e Necessidade

Lelie Eiti no violão cordas de aço nas músicas Minas e Cacofônia.

Lucas Ribeiro, contra-baixo nas faixas: Chave e Descaso.

Marcio Gibi, bateria nas faixas: Sambinha, O meio do mato e Chave.

Regis Faria, flauta e efeitos nas faixas: Uisque sem gelo e Descaso.

André Pereira na bateria na música: Descaso

Rafael Coelho, pandeiro em "Minas". Vozes e efeitos na canção: Apontando.

Neto: guitarra, baixo, bateria e efeitos na faixa: Sem horas

Guilherme Pereira: violão e voz em todas as músicas e pandeiro na faixa Apontando.

Todas as canções por Guilherme Pereira exeto: Chave - Carol e Guilherme; Sem Horas - Marcelo Braia, Thiago Pereira e Guilherme; Bastaria - Luis Donizete e Guilherme; O Meio do Mato - Lucas Ribeiro e Guilherme. E a música "Amanhecer, há seculos", que é o mais recente trabalho, com a letra de Guilherme Pereira e música de Renato Callado, em um projeto: Banda "A Kg" formada por eles e mais: Marcelo Callado - bateria, Sabiá - flauta, Thiago Pereira - percussão, Emerson Reis -baixo e Ricardo Fantauzzi - guitarra

Postado por thiago pereira da silva santos às 14:06 horas
Sexta, 27 de fevereiro de 2009

http://guilhermepereira.conexaovivo.com.br

Postado por thiago pereira da silva santos às 15:52 horas
Sexta, 20 de fevereiro de 2009

Amigas, amigos, familiares e ouvintes...

Estou com uma nova página...

http:guilhermepereira.conexaovivo.com.br

Lá participo de um festival, E ATENÇÂO a votação popular vai até 04 de março

preciso muito do seu voto

Grato.

Postado por thiago pereira da silva santos às 13:25 horas
Segunda, 01 de setembro de 2008

Lembranças sonoras

Foi preciso relaxar e fechar os olhos para remeter-me aos primeiros sons do meu histórico de vida. Comecei a relembrar da forma lúdica e gostosa que se deu à trilha sonora da minha infância. Além do choro por respirar, do chocalho e do grito balbuciado do bebê que eu era, estranhando o novo mundo do berço.

Num repente veio me à luz algumas cantigas que minha avó usava para me acalmar: “Eu tava na peneira, eu tava peneirando, eu tava no namoro, eu tava namorando...” Em outra situação cantava: “Dorme neném... que a cuca vem pegar, papai foi pra roça mamãe foi trabalhar!” Enquanto me fazia cafuné...

Minha mãe também cantarolava essas cantigas de ninar, porém um dos trechos mais marcantes em sua voz foi: “Mãezinha do céu... eu não sei rezar, eu só sei dizer que eu quero te amar...” Mas a que me encantava de verdade era quando ela cantava: “Se esta rua, se esta rua fosse minha, eu mandava, eu mandava ladrilhar! Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes! Só pra ver, só pra ver meu bem passar...”

No colo do meu pai adorava aquela brincadeira de “serra, serra, serrador, serra o papo do vovô!” Era bom ouvir sua voz e aquele balanço de mãos dadas com ele.

Daí eu segui em “Bate palminha bate, palminha de São Tomé!” Depois veio o primeiro “Parabéns pra você!“ E fui contando meus aninhos ouvindo o Balão Mágico, o palhaço Carequinha, “O Pato”, “A Casa”, “Aquarela” e outras tantas cantigas.

No jardim da infância, junto com os meus coleguinhas de classe cantávamos: “A barata diz que tem, tem, tem sete saias de filo é mentira da barata que ela tem é uma só. Ah! Ah! Ah! Oh! Oh! Oh! Ela tem é uma só!...”

Aprendi a cantar “O Cravo Brigou com a Rosa” sem apreender de fato o significado da metáfora inserida no poema. Nem me dava conta de que eram duas espécies de flores, representando de forma simbólica um casal discutindo a relação. Ah! Bons tempos.

Também em minha inocência bucólica de criança cantava “Atirei o pau no gato tô tô...” e só mais tarde, no auge da adolescência, percebi o quanto era cruel àquela letra, em que a dona Chica admirava o berro que o gato havia dado, por ter recebido uma paulada com intuito de matá-lo.

Ainda criança ouvia o som que ecoava do quarto de minha irmã mais velha. Era o Raul Seixas cantando que havia nascido há dez mil anos atrás. Isso me intrigava me deixava maluco, mas beleza, ele era uma metamorfose mesmo. Pois como podia alguém ser tão ousado e viver tanto tempo assim, tendo ainda um rosto jovem? Eu começava ali, a entender que os sentidos das palavras, para um poeta, muitas vezes transcendia o real. Depois virei fã e procurei conhecer mais sobre sua vida e suas obras.

Pela cultura de minha cidade, nas vésperas de fim de ano era a época de festas, das congadas e dos reisados... Como já cantava Milton Nascimento “era um, era dois, era cem, as vozes e os tambores no além...” e como de costume os meninos da minha cidade se preparavam para dançar. Ora nas congadas, outras fugindo dos palhaços da folia de reis. Mas me encantava mesmo era pelo os grupos de moçambique, cantando e chocalhando latinhas amarradas nas canelas. Participei também dos ternos de congo, pegando o final da fila que era reservado para as crianças, que trajavam o uniforme: chapéu de palha, botina, jeans e camisa branca. Tocávamos tambor ou pandeiro desfilando pelas ruas da pequena cidade.

Os versos dos congadeiros são louvores a algum santo, mas a gente brincava fazendo repentes e paródias. “Moçambiqueiro não come jiló, mas come coruja que é muito pior! Êh êh êh... moçambiqueiro não come jiló, jiló é amargoso matou minha avó! Êh êh êh....”

Quando estava por volta de oito anos de idade, comecei a tocar o violão que o meu pai havia comprado para minha irmã estudar, percebendo que eu levava jeito e segundo ele tinha um dom, me colocou na aula de violão e o meu contato com a música foi ficando cada vez mais apaixonante, pois sentia um prazer enorme em tocar e cantar. Fui aprimorando meus estudos e aos quatorze anos estava preste a ganhar o meu primeiro violão. Saímos de São Tomás de Aquino, uma cidadezinha que na época deveria ter uns seis mil habitantes contando a zona rural e fomos para a grande metrópole: São Paulo, para que eu escolhesse o meu instrumento. Meu pai me levou na fabrica da Del Vecchio, boquiaberto com centenas de violões não sabia para qual olhar, encostar ou tocar, intimidei em meus acordes num canto ao experimentar os sons daquelas cordas. Mas escolhi entusiasmado um e sai de lá sorridente “levando o violão debaixo do braço...” Lembrei de Zé Kéti.

De volta a minha comunidade onde povo ouvia muita música sertaneja e moda de viola, também ouvia... Mas o que eu queria mesmo naquela época era aprender a tocar as músicas do Jorge Ben e da Legião Urbana e até sonhava com isso. Mas “um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão” e eu gostei por um tempo dos Engenheiros do Hawaí.

Na adolescência as aulas de violão surtiram efeitos mais tocantes e foi abrindo um enorme leque de escolha de músicas e artistas. E comecei a escutar com atenção: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Djavan, Zé Ramalho, Barão Vermelho, Cazuza, D2, Titãs, Chico Science e Nação Zumbi, Skank e entre tantos outros.

Atualmente ouço Milton Nascimento, Toninho Horta, Tom Jobim, João Gilberto, Lô Borges, Los Hermanos... Enfim, diversos estilos musicais e estou desenvolvendo uma escuta mais crítica. Descobri formas de relaxar apreciando música instrumental como Heraldo do Monte, Jim Hall e o Projeto Alfa comandado por Lanny Gordin.

Hoje suo para soar harmonicamente o meu próprio e experimental som, sou um compositor mineiro cantando... e uma pequena parcela desde trabalhoso projeto musical em manutenção e mutação está no site: www.guilhermepereira.palcomp3.com.br

Por Guilherme Pereira

Postado por thiago pereira da silva santos às 00:44 horas
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Comentários e Recados

Batatinha em 20/10/2009Barbacena · MG

É com muito prazer que estou aqui curtindo esse maravilhoso som.

Parabéns pelo trabalho, é de muito bom gosto.

Gostaria de aproveitar a oportunidade para mostrar o trabalho da

nossa Banda de Minas Gerais.

O link é http://palcomp3.com/jrbill/

Aguardo ansioso o seu comentário.

Sucesso pra você e um Abraço.

Forro passo a passo em 26/09/2009Vitória da Conquista · BA

OLÁ GUILHERME PARABÉNS PELO O SEU TRABALHO- AGORA GOSTARIA DE APRESENTAR MEU TRABALHO-ESPERO QUÉ GOSTA DE ALGUMA MUSICAS -TAMBÉM FAZER PARTE DA PAGINA DE FÃ DO FÓRRO PASSO A PASSO-EU SÓ FÃ DOS MEU FÃS-VAI SER BÉM VINDO-FORRÓ-LAMBADA-PISADINHA-ARROCHA-VAQUÉJADA-ROMANTICOS E BREGA ESSA SÃO AS MISICAS. NO SITE.

ESPERO QUÉ VCS GOSTEM'''. E DEIXA O SEU COMENTÁRIOS- ABRAÇO...

www.forropassoapasso.palcomp3.com.br

www.forrodanet.com

João Renner & Rennan em 20/08/2009Arapongas · PR

Parabéns, também gostei, e inclusive já clicamos

para ser seu fã aqui no seu palco!!

Ficaria muito grato se você pudesse

opinar na nossa nova composição

"O cabaré Incendiou"

Assim que entrar no nosso palcoMp3 www.palcomp3.com.br/joaorennererennan

ela irá tocar automaticamente!

Grande abraço, aguardo sua opinião

e Sucesso!!

João Renner

guilherme pereira em 25/07/2009São Paulo · SP

Olá Nando...

Moro atualmente em São Paulo.

Abração!

E ai Oripinho!

Valeu o comentária

Obrigado!

Atenciosamente

Guilherme Pereira

Nando Correia em 25/07/2009São Paulo · SP

Guilherme Pereira...como vai? vc tbm é daqui de sampa? abços

Oripinho Leonel em 10/07/2009Belo Horizonte · MG

Ai guilherme te desejo muito sucesso...td bom...

guilherme pereira em 14/01/2009São Paulo · SP

Olá ! Amigas, Amigos e ouvintes....

Desejo-lhes que esse novo ano seja repleto de inovações, paz, amor e felicidades

Que dois mil i nove modifique nossas vidas para o bem

E que a música toque nos corações um novo pulso

Forte Abraço!

Obs:

(...) Logo postarei gravações inéditas

E para tornar-se fã, é simples, basta clicar na estrelinha que fica ao lado da foto, no canto inferior esquerdo e cadastrar-se.

Atenciosamente

Guilherme Pereira

lari em 06/01/2009São Paulo · SP

Eae Guilherme.....

O site tah show de bola!!!!!E as músicas nem falar!!!!!

O tubo de ensaio vai bombar.....

Feliz 2009!!!!

Larissa

Ines em 06/10/2008São Tomás de Aquino · MG

GUILHERME

Parabéns!!!

Vai a luta você tem um grande potencial e conhecimento profundo em suas composiçoes . Desejo-lhe muita sorte e sucesso.

Deus te proteja.

Abraços

De sua mãe

Inez

sombaguá em 18/09/2008São Paulo · SP

ô, Guilherme, tudo em riba? Desculpa a demora na resposta... Brigadíssimo pelo comentário!

Bem legais seus sons tb!

Sucesso e abraço sombaguense!

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