
Charlot é um músico compositor que, descreve de forma simples mais harmoniosa, seu tempo e seu espaço.
leia o release completoA CAIXA
Charlot
Era só uma caixa. De mais ou menos 20x20 cm. Como toda caixa não se parecia mais nada a não ser uma caixa ou, nada significava porque era simplesmente ela. Resolvi colocá-la em cima da estante num local bem visível, onde todos pudessem vê-la. Sentei no sofá e liguei a televisão, mas não conseguir me concentrar, pois minha atenção sempre divagava na caixa.
Tinha ido ao shopping pela tarde, como costuma fazer passando aproximadamente quatro horas perambulando pelos corredores sem conseguir me interessar por nada sem conseguir me concentrar em algo que despertasse meu enderece. Havia me perdido, pois já não sabia qual o rumo tomar, pois estava entediado com tanto movimento e não conseguia saber o que realmente queria daquele lugar. Quando vi uma loja de brinquedos onde as crianças sabiam exatamente o que queriam comprar e os pais nervosos e irritados tentavam distrair as crianças de seus objetivos. Resolvi entrar, pois talvez me interessasse também por algo, mais foi inútil. Havia alguns jogos, quebra cabeças, peças de montar que me pareceram interessantes, mais eram caros demais e eu não tava a fim de gastar muito dinheiro até que vi a caixa. Parecia feita artesanalmente e era coberta com papel vitrificado mesclado de amarelo e vermelho. Pensei que talvez fosse útil para guardar alguma coisa em cima da estante enfrente a televisão.
Fui até a cozinha beber um gole de água, quando a campanha tocou. Era Isael, amigo que conheci logo quando vim morar aqui, e tinha me apresentado a toda galera daqui me deixando familiarizado com o pedaço. Sentou-se como todos que chegavam ao sofá em frente à televisão. Fui até a cozinha beber um gole de água, e sentei-me ao lado dele. Rapidamente ele notou a presença da caixa e perguntou. Comprou um presente para sua esposa? Não Isael é só uma caixa. Bonita é colorida tem personalidade. Ele sempre procurava dar sentidas as coisas, não conseguia aceitar as coisas simplesmente por aceitar, tinha que encontrar uma lógica uma explicação, uma razão para tudo. Afinal uma caixa tão bonita e colorida com personalidade, não estaria ali por acaso. Acho que tem um bom motivo para ela estar aí Charlot. Talvez para guardar algo de muito importante para nós ou para você. O que você guardaria aí Isael?Pô meu é difícil responder, não tenho muito pra guarda em lugar nenhum. Eu respondi que guardaria meu pensamento, como se ali fosse seu quarto, escuro e silencioso, livre te todo o movimento e confusões do mundo exterior e eles podiam ficar ali como se fosse seu quarto, com sua cama, seu travesseiro e recostar a cabeça, descansar e dormir em paz e aí pensar melhor. Pensar de como foi o dia, com quem conversou se recebeu alguém em sua casa e foi acolhedor fazendo a pessoa se sentir bem confortável como se estivesse em seu quarto e a decidir o que colocar na caixa. Talvez fizer o pensamento pensar sobre as desigualdades sociais e o preconceito social das pessoas. Refiro-me ao preconceito social mais que a outros, pois acho o pior, pois se for de raça diferente mais tiver uma boa condição financeira e social não aparece muito, é aceitável, e for de opção sexual, com boa postura fica mais fácil aceitar mais for pobre, sujo e mal arrumado. Ai nem criança escapam é cheira cola, perigoso, que pode roubar e até matar com uma lamina de gilete. Pode até ocorre que formem uma roda em volta dele de aproximadamente uns oitos homens de bem para lixá-lo de tão perigoso e eu venha no ônibus que passa por ali. Veja e grite para o motorista pare! Policia militar. E desça e me dirija a roda de homens onde o menino estar; pegue o menino pelo braço e diga com voz firme policial militar! E aí os homens de bem comecem a se retirar um por um aos poucos se convencendo que o perigo passou. Que aquela criança de oito anos suja pobre e mal arrumada não vai matar mais ninguém. Esta com fome há uma semana, um mês. Que não se alimenta bem ou de nada enxerto de cola que é para enganar a fome. Que não tem forças para lutar pra se defender de ninguém ou de nada. E fico eu e a criança a sós, e digo E aí cara viu a fria que ia se metendo. Juízo cara da outra vez não vai aparecer um maluco igual a mim dizendo que é da policia militar sem ser e te livrar dessa. Vai lá e vê se não cai mais cara. E ai Isael! Não era uma boa coisa pra guarda na caixa? Isael disse que sim e foi embora.
Hoje é véspera de natal. Um dia ensolarado onde as idéias são claras e felizes. Tenho a sensação de que terei algo também especial para guardar na minha caixa hoje. Procurei nas experiências do passado quando a vida não foi tão generosa comigo mais não posso negar que tive bons momentos. Procurei lembrar das pessoas que compartilharam a vida comigo. Pessoas que eram agradáveis e outras não. Procurei pensar no que havia feito durante esta etapa da minha vida e se tinha vivido realmente em comunhão com estas pessoas. Foi quando me vieram à imagem dos meus netos Matheus e Marina. Vi crianças alegres e sadias. Fazia minha vida deixar de ser em preto e branco e passar a ser colorida. Eles que me davam tanta felicidade pensei o que lhes daria de presente também nestas festas. Achei que teria que ser algo próximo da generosidade. Pensei em compra lhes um bonito presente. Algo que engesse suas vidas de alegria e que realmente gostassem. Mas que presente poderia estar á altura destes presentes que DEUS havia me dado. Percebi que seria muito pouco qualquer brinquedo, jóia ou outra coisa que lhes dera. Com certeza algo que lhes acrescentasse à vida, algo realmente meu que lhes pudesse ser útil. Não era tarefa fácil diante da grande responsabilidade que tinha com eles. Fui procurar nos meus objetos antigos. Tinham no sótão onde guardado diversos coisas que haviam sido importantes para mim. Havia ferramentas, moveis mais com certeza não lhes agradariam em nada e até roupas usadas. Procurando muito encontrei um álbum de família. Comecei então a folheá-lo e ver as fotos das pessoas que estavam comigo durante toda minha vida. Pude me transportar àquela época e recordar os costumes e até as coisas pitorescas, que existia naquele tempo. Ali encontrei parentes distantes como meus avós e percebi o orgulho que sentia por meus avós pelo que eles representavam e tinham construído na vida. Percebi estar próximo do que dar aos meus netos. Penso que o valor deveria estar no seu conteúdo e não no valor material e comparava minha vida com a de meus avós e de meus netos. Cada uma singular e com seus próprios valores. De tudo que fizera só uma me dera realmente prazer; a música. Foi então que ali mesmo onde havia um velho violão pude criar duas canções dedicadas a eles e na véspera de natal pude tocar e ver a satisfação que sentiram ao ouvir as canções. Este é o maior tesouro. Quando vemos nas pessoas as coisas boas e as qualidades e com muito orgulho fiz bonitas canções não porque era bom compositor mais por eles serem pessoas especiais. E então guardei as duas canções na Caixa neste dia.
Já era 2ª feira e todos haviam saído para o trabalho ou para a faculdade. Quase às 11 horas da manhã fui à cozinha pensando em tomar um bom brecfest mais só pude pensar num gole de café e em alguns cigarros e já estava saindo para ir ao antigo bairro onde morara. Já fazia algum tempo que não voltava lá e a saudade era tanta que saí apressado. Desci do ônibus e olhei o outro lado da avenida. Percebi que ali se encontrava um enorme muro e uma ponte. Para atravessar para o outro lado era preciso ultrapassar àquele muro bem parecido com o muro de Berlim e atravessar a ponte. Precisava atravessar mais não era tarefa fácil. Era como mudar de universo de realidade. Sempre achei que não sabemos ao certo aonde vamos. Na travessia comecei a imaginar que no caminho somos apenas passageiros. Somos guiados pelos sentimentos, pelo impulso e só percorremos o caminho, mas não sabemos aonde vai dar. . Fui despertado pelo barulho ensurdecedor de uma buzina e percebi que havia chegado a Moçambique. No campo de refugiados da guerra. Enfermeiros e voluntários da ONU corriam de um lado para outras aonde crianças e homens lutavam contra a desnutrição e contra a morte e não tinham se quer esperança nem perspectivas para suas vidas excerto o apoio daquelas pessoas Tinha uma forma peculiar de ser que minha pobre realidade nunca pode imaginar. Eram de uma cor azulada e magra a ponto de parecer ficção. Do outro lado pessoas estendiam a mão pedindo uma esmola nas portas das igrejas onde católicas e protestantes iam dar seu testemunho de fé e não prestavam atenção àquelas pessoas que tinham as pernas enroladas com um pedaço de pano encobrindo as feridas. E que podiam estar em Recife ou na festa de Santa Rita de Cássia ou em Moçambique ou nas calçadas das ruas do centro da cidade e que mesmo tão próximas pareciam-lhes verdadeiros extraterrestres e que podiam infectar e impregnar a elas com suas vidas. Onde pessoas preocupadas com se mesmas, não prestam atenção àquelas pessoas que sempre estiveram lá.. Ate ouvir Lia gritar Charlot até que fim apareceu. Estava pensando que havia nos esquecidos. Vejo que você estar bem. Voltou parar sua esposa e para sua família. E aí se esqueceu de nós. Disse que não. Que apesar de estar tranqüilo não tinha esquecido dos amigos. Fui à barraca de Haurindo, onde a cantoria dos passarinhos que ele criava enchia o ambiente de musiocabilidade. Pedi um vinho e comecei a viajar no pensamento, pois pensar com música e um vinho é bem mais fácil. Lembrei das palavras de Lia e comecei a recordar o tempo que ali passei. Quando tinha perdido tudo mais conseguira a solidariedade daquele povo simples e humilde que muitas vezes não tinham nem para si e gostavam de dividir o que tinham com os outros. Lembrei de tudo uma coisa eu não perdi, mas ao contrario antes não tinha e hoje era o de mais valioso para mim. A liberdade
Estava casado há trinta anos, tinha três filhos e três netos. Comecei a refletir sobre a felicidade e a sorte que tivera em ter uma família. Lembrei que havia escutado um amigo que dizia você Charlot é abençoado, pois tem família e esposa. Isto é um sinal de sorte. Ele era uma pessoa que tinha uma doença grave e sofria de solidão, ou era um dos sintomas de sua doença. Estar só nunca se está, pois podemos lembra pessoas, lugares, experiência. Estar só é estar consigo mesmo e sentir-se só e perde o contato com seu eu Novamente me vi ali onde morara quando havia me separa de minha família comecei a prestar atenção às pessoas que passavam cada rosto me descrevia uma lembrança boa de algo bom às crianças passavam gritavam Charlot. Até que chegou Haurindo e contei-lhe da brincadeira que inventara de ter uma caixa para guarda minha s lembranças. Perguntei a Haurindo o que ele guardaria numa caixa assim. Ele em sua simplicidade respondeu com facilidade. Minha paz de espírito Charlot, pois só assim podemos dizer que somos felizes. De repente me vi ali diante da caixa já de volta em casa. O que eu guardaria nesta caixa que hoje já era importante para mim, pois havia virado um interessante roby, onde eu guardava. Pensei em guardar minha solidão, ou minha felicidade ou a solidariedade. Novamente me deparei com uma tarefa difícil. Guardar o que havia sido importante neste dia para mim e resolvi guardar meus amigos..
Ali estava eu com a caixa na mão que não era mais simplesmente uma caixa, mas um divertido jogo ou brinquedo onde se guarda lembranças de coisas importantes e minha mulher me mandara dar fim a ela, pois estava enfeando a estante. Não sabia o que fazer. Havia me apegado a ela; até entra meu neto e resolvi dar-lhe de presente. Não quis lhe impor nenhuma idéia nem lhe sugerir nada mais não resistir e lhe disse que ali naquela caixa eu havia guardado minha vida e o que nela tinha acontecido. E percebi a importância das caixas, das gavetas, dos armários, das roupas, das casas, dos lugares, da solidariedade, da liberdade, do amor, das pessoas e principalmente das lembranças que guardamos em nossa memória da nossa vida e que podem voar livremente no espaço e no tempo como pássaros livres.
Postado por Carlos Alberto Collier Filh às 11:49 horasGOSTARIA DE SER MINHA ALMA
ÉTER GASOZO, LÍQUIDO, OU MAR; PURA FICÇÃO.
PARA NOS TEUS PÓROS PENETRAR
E REFRESCAR O TEU INTERIOR
DELICADO AMOR DE PELE MORENA
ONDE O VENTO QUE POR CERTO NESTE MOMENTO É MINHA ALMA
NA PRAIA DE IRACEMA
ACARICÍA A SUPERFÍCIE DO TEU CORPO
QUE JÁ, DE TODO MEU ENTREGASSE A PAIXÃO.
Postado por Carlos Alberto Collier Filh às 16:09 horas
A CAIXA
Charlot
Era só uma caixa. De mais ou menos 20x20 cm. Como toda caixa não se parecia mais nada a não ser uma caixa ou, nada significava porque era simplesmente ela. Resolvi colocá-la em cima da estante num local bem visível, onde todos pudessem vê-la. Sentei no sofá e liguei a televisão, mas não conseguir me concentrar, pois minha atenção sempre divagava na caixa.
Tinha ido ao shopping pela tarde, como costuma fazer passando aproximadamente quatro horas perambulando pelos corredores sem conseguir me interessar por nada sem conseguir me concentrar em algo que despertasse meu enderece. Havia me perdido, pois já não sabia qual o rumo tomar, pois estava entediado com tanto movimento e não conseguia saber o que realmente queria daquele lugar. Quando vi uma loja de brinquedos onde as crianças sabiam exatamente o que queriam comprar e os pais nervosos e irritados tentavam distrair as crianças de seus objetivos. Resolvi entrar, pois talvez me interessasse também por algo, mais foi inútil. Havia alguns jogos, quebra cabeças, peças de montar que pareceram-me interessantes, mais eram caros demais e eu não tava a fim de gastar muito dinheiro até que vi a caixa.Parecia feita artesanalmente e era coberta com papel vitrificado mesclado de amarelo e vermelho. Pensei que talvez fosse útil para guardar alguma coisa em cima da estante enfrente a televisão.
Fui até a cozinha beber um gole de água, quando a companhia tocou. Era Isael, amigo que conheci logo quando vim morar aqui, e tinha me apresentado a toda galera daqui me deixando familiarizado com o pedaço. Sentou-se como todos que chegavam ao sofá em frente à televisão. Fui até a cozinha beber um gole de água, e sentei-me ao lado dele. Rapidamente ele notou a presença da caixa e perguntou.Comprou um presente para sua esposa? Não Isael é só uma caixa. Bonita é colorida tem personalidade. Ele sempre procurava dar sentido as coisas, não conseguia aceitar as coisas simplesmente por aceitar, tinha que encontrar uma lógica uma explicação, uma razão para tudo. Afinal uma caixa tão bonita e colorida com personalidade, não estaria ali por acaso. Acho que tem um bom motivo para ela estar aí Charlot. Talvez para guardar algo de muito importante para nós ou para você. O que você guardaria aí Isael?Pô meu é difícil responder, não tenho muito pra guarda em lugar nenhum. Eu respondi que guardaria meu pensamento, como se ali fosse seu quarto, escuro e silencioso, livre te todo o movimento e confusões do mundo exterior e eles podiam ficar ali como se fosse seu quarto, com sua cama, seu travesseiro e recostar a cabeça, descansar e dormir em paz e aí pensar melhor. Pensar de como foi o dia, com quem conversou se recebeu alguém em sua casa e foi acolhedor fazendo a pessoa se sentir bem confortável como se estivesse em seu quarto e a decidir o que colocar na caixa. Talvez fizer o pensamento pensar sobre as desigualdades sociais e o preconceito social das pessoas. Refiro-me ao preconceito social mais que a outros, pois acho o pior, pois se for de raça diferente mais tiver uma boa condição financeira e social não aparece muito, é aceitável, e for de opção sexual, com boa postura fica mais fácil aceitar mais for pobre, sujo e mal arrumado. Ai nem criança escapa é cheira cola, perigoso, que pode roubar e até matar com uma lamina de gilete. Pode até ocorre que formem uma roda em volta dele de aproximadamente uns oitos homens de bem para lixá-lo de tão perigoso e eu venha no ônibus que passa por ali. Veja e grite para o motorista pare! Policia militar. E desça e me dirija a roda de homens onde o menino estar; pegue o menino pelo braço e diga com voz firme policial militar! E aí os homens de bem comecem a se retirar um por um aos poucos se convencendo que o perigo passou. Que aquela criança de oito anos suja pobre e mal arrumada não vai matar mais ninguém. Esta com fome há uma semana, um mês. Que não se alimenta bem ou de nada enxerto de cola que é para enganar a fome. Que não tem forças para lutar pra se defender de ninguém ou de nada. E fico eu e a criança a sós, e digo E aí cara viu a fria que ia se metendo. Juízo cara da outra vez não vai aparecer um maluco igual a mim dizendo que é da policia militar sem ser e te livrar dessa. Vai lá e vê se não cai mais cara. E ai Isael! Não era uma boa coisa pra guarda na caixa? Isael disse que sim e foi embora.
Ali estava eu com a caixa na mão que não era mais simplesmente uma caixa, mas um divertido jogo ou brinquedo onde se guarda lembranças de coisas importantes e minha mulher me mandara dar fim a ela, pois estava enfeando a estante. Não sabia o que fazer. Havia me apegado a ela; até entra meu neto e resolvi dar-lhe de presente. Não quis lhe impor nenhuma idéia nem lhe sugerir nada mais não resistir e lhe disse que ali naquela caixa eu havia guardado minha vida e o que nela tinha acontecido. E percebi a importância das caixas, das gavetas, dos armários, das roupas, das casas, dos lugares, da solidariedade, da liberdade, do amor, das pessoas e principalmente das lembranças que guardamos em nossa memória da nossa vida e que podem voar livremente no espaço e no tempo como pássaros livres.
Postado por Carlos Alberto Collier Filh às 16:07 horas
Olá de novo! :D
Será um prazer pra gente manter
contato em nossos perfis do orkut!
Se quiser, fique a vontade para nos add
e participar da nossa comunidade, ok?
Perfil -> http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=9803972906889457067
Comunidade -> http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=93998436
Esperamos você por lá heim! ;)
Ótima semana, grande abraço e sucesso
Equipe
JR e R
Boa Tarde!!
Estou voltando aqui para recomendar o trabalho de
2 grandes amigos meus (Peão do Valle E Valentin).
De uma olhada no palcodeles.
Espero que goste!
http://palcomp3.com/peaodovalleevalentin
Se possível, deixe lá o seu comentário dando a sua opinião
sobre a dupla!
Obrigado mais uma vez,
JR e R
Ahh, e volte quando quiser ao nosso palco!
Parabéns, também gostei, e inclusive já clicamos
para ser seu fã aqui no seu palco!!
Ficaria muito grato se você pudesse
opinar na nossa nova composição
"O cabaré Incendiou"
Assim que entrar no nosso palcoMp3 www.palcomp3.com.br/joaorennererennan
ela irá tocar automaticamente!
Se quiser, pode nos add no msn meuivairadio@hotmail.com
Grande abraço, aguardo sua opinião
e Sucesso!!
João Renner e Rennan!
ola tudo bem??muito bom o som!!! continuem a todo vapor!!!!! mas,vc alguma
vez ja se sentiu um " ESTRANHO SEM ROSTO" ???
acesse www.palcomp3.com.br/dan
fortalece!!!
sinta-se a vontade pr comentar!!!
abração,
dan nascimento
Estive escutando atentamente as músicas de Charlot no Palco MP3, confesso fiquei bastante admirado com a maturidade das letras e melodias. Sou produtor e músico e tenho um blog onde costumo fazer comentários de bandas e cantores, anote e divulgue: www.jacytanmeloproducoes.clic3.net/
Muito Massinha a musica
Principalmente duas musicas
Marina Menina Flor e Seus Olhos
Muito bom. Agradeço o convite. Valeu mesmo. Balanço...é muito gostoso.
Cintia Thomé
Oi meu amigo, gostei muito de suas músicas, principalmente céu encarnado, parabéns.
suas músicas são bem legais vc é um compositor de ponta meus parabéns elo seu talento miguxo
bjs!!!!!!!!!
Escutei o seu som, parabéns pelo excelente trabalho!!
Temos uma banda de rock, e na nossa opinião não existe música certa ou errada. A música precisa ser boa, é por isso que estamos prestigiando o seu trabalho!
Escute nosso som também, temos uma comunidade no orkut, lá podemos nos conhecer, e divulgar melhor nosso trabalho!
Boa sorte para vc, com empenho e dedicação a gente chega lá!
Feliz Ano Novo!
Ops!
Para ouvir as músicas deste artista você precisa ter o plugin flash ou atualizá-lo.
Teve sua escola nos movimentos musicais das decadas de 60 e 70; indo desde o Rock básico, aos Festivais Estudantis.Tem como maior identidade a influência do musico e interprete Alceu Valença.