DianahFoi Tudo Culpa do Amor18.969 plays
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    Carlinhos Ribas

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    1. Apresentação

    O Show de Diana não se trata tão só de um show a mais; Se trata de uma explosão de arte, amor, alegria e paixão, através da musicalidade de Diana, que com sua voz inconfundível e interpretação única vem arrancando suspiros e lágrimas em seus 40 anos de carreira artística musical.

    Trazer sorrisos e emoções latentes. Relembrar velhos tempos e viver novos momentos. Fazer o público cantar o amor, do começo ao fim, na sua mais pura forma: Sua essência. Esse é o objetivo de Diana e sua Música.

    2. Roteiro

    Com aproximadamente duas horas de duração, o show é totalmente descontraído e participativo; Diana traz ao palco vida e alegria em quase 15 canções, todas sucesso absolutas desde seus lançamentos, e jamais esquecidas pelo público. Basta destacar ?Ainda Queima A Esperança?, ?Porque Brigamos?, ?Canção dos Namorados?, ?Uma Vez Mais?, ?Fatalidade?, ?Tudo Que Eu Tenho?, ?Lero-Lero?, ?Foi Tudo Culpa do Amor?, entre tantas outras canções de super sucesso.

    3. Diana

    Diana é artista por excelência, desde o início de sua carreira. Sua primeira gravação profissional, no ano de 1969, emplacou 40 semanas na Rádio Globo. Tremendo sucesso despertou em Sr. Evandro Ribeiro, diretor produtor da Columbia Broadcasting System do Brasil, CBS, que através do baiano Raul Seixas, trouxe à gravadora e menina com rosto de boneca, que em 1971 viria a estourar nacionalmente com suas canções românticas. Ao lado de Roberto Carlos, Diana chefiava as vendas de discos na gravadora. Sua interpretação característica a batizou como ?A Voz Que Emociona?. A cantora também recebeu outros apelidos carinhosos, entre eles o de ?A Cantora Apaixonada do Brasil?.

    4. Discos

    Mais de 15 Milhões de cópias vendidas é o saldo de vendas que Diana, ao longo de sua carreira rendeu às gravadoras que fez parte. Várias coletâneas têm sido feitas por essas gravadoras, mostrando que Diana ainda é fenômeno de vendagens. A série 20 Super Sucessos, lançada pela Sony Music, ex-CBS sob o selo Polydisc, teve nada menos que três tiragens, sendo que comumente essa série teve apenas uma tiragem dos demais cantores. A coleção ?A Popularidade?, da Universal Music/Polygram, traz no ano de 2009 uma segunda tiragem. Através de seu selo, ADHONAI Gravadora e Editora, Diana também fabrica seus discos e vende em seus shows muitas cópias.

    5. Popularidade

    Muito ao contrário do que se pensa, Diana jamais foi enquadrada no estilo Brega. Basta citar que Diana era ao lado de Roberto Carlos a voz romântica da CBS. Saindo dali, Diana pôde amadurecer sua carreira na Polygram, onde trabalhou com os mais renomados músicos do cenário artístico nacional, desenvolvendo seu estilo único, e técnicas. Músicos consagrados bastando apenas citar José Roberto Bertrami, Maurício Heinhorn, Gonzaguinha, Nilvado Ornelas e Oberdan Magalhães. Diana é erroneamente encaixada em dois estilos da Música Brasileira: A Jovem Guarda e o Brega. A similaridade de duas canções dos dois primeiros álbuns se deve aos arranjos estilo iê-iê-iê que ainda imperavam na CBS, pois os músicos que acompanhavam ainda eram os mesmos, como The Fevers, Renato & Seus Blue Caps, Lafayette e outros. Também muitas das versões de sucessos estrangeiros eram feitas pelo mesmo versionista da Jovem Guarda, Rossini Pinto, que ali na CBS trabalhou muito tempo junto ao Sr. Evandro Ribeiro. Por sua vez, o produtor dos dois primeiros discos, Raul Seixas, o ?Raulzito?, trazia fortes traços dos movimentos musicais que o inspiraram no início de carreira. Esses e vários fatores serviram para encaixar Diana nesse segmento, porém Diana é caracterizada como uma cantora Pós-Jovem Guarda. O estilo Brega, assim foi definido no Nordeste brasileiro, se espalhando pelo Brasil. Cantores da mesma época, que representavam a música popular, ora o Pop, como Fernando Mendes, Odair José, Jane e Herondy, Nelson Ned, também foram assim chamados e hoje, representam, ainda que indevidamente, o movimento Brega.

    6. Mídia

    Em tempos de extravasado consumismo, é comum as grandes redes de televisão exigirem uma contrapartida para exibição em seus programas musicais. Tal prática, apelidada de ?Jabá?, é também comum entre os meios gerais como Rádio, Jornais e mídia eletrônica como Internet.

    Diana prefere ser reconhecida pelo seu exímio trabalho e talento, e jamais concordou com a espúria prática de pagar para aparecer. Portanto, Diana se auto-exilou da mídia antes de ser mais massacrada por ela. Especulações de sua vida pessoal aos poucos foram enterrando a imagem de Diana. As décadas de 70 e 80 foram extremamente machistas, e sua respectiva mídia, levada pelo mesmo senso, foi aos poucos afogando a imagem.

    O contrário do que a maioria pensa, Diana não pretende continuar fora da mídia. Basta sair um novo trabalho, e estará Diana nas telas e rádios mostrando seu mais novo trabalho. Diana ama seu repertório, mas quer poupar o público de vãs repetições, e quer brindar sua volta com algo moderno, extravagante e delicioso.

    7. Conclusão

    O show de Diana é profissional, popular, romântico e atrativo. Todas as gerações sabem cantar suas canções que já foram muitas vezes regravadas. Embora todo prejuízo sofrido contra sua imagem, as pessoas ainda sabem décor as letras de suas canções, e relembram momentos eternos ao som de suas músicas. Diana possui leveza, humildade e firmeza. Canta com a mesma imponência em um grande palco iluminado, como no mais simples tablado. Solta da garganta o grito de amor preso no peito. O show de Diana é amor, lembrança, ternura, paz, expressão dos sentimentos populares, seu repertório traz canções que tratam desde o mais pueril amor, a mais forte revolta da mulher sozinha. Não há quem não se encaixe nas letras de Diana. Viva o amor, assista ao show de Diana.

    influências

    Brenda Lee, Elvis Presley, The Beatles

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