Se queremos entender os outros, comecemos por estudar a nós mesmos. Abramos a nossa mente para o auto-estudo e descubramos através de nós mesmos o nascer e o pôr-do-sol que há em cada irmão de jornada. Enquanto isso, façamos da arte a nossa linguagem mais expressiva, aquela em que a liberdade fala alto, revelando as diversas nuanças do pensamento e dos sentimentos humanos.
Sigamos firmes, semeando a cada dia o nosso pão ideológico.