Forró Du Pé Filosófia: *Trabalhando as diferenças "Só sabera amar, aquele que se deixou amar". Muito mais que um som, interagindo com unção!
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"Só saberá amar, aquele que se deixou amar"
Dia Perfeito
Raiz do Sana e Alceu Interpretação Forró Du PéVer mais »"Só de ouvidos a quem te ama. Não te preocupes tanto com o que acham de Ti. O que te salva, não é o que os outros anadam achando, mas é o que Deus sabe ao teu respeito"
"Construir o futuro sem se esquecer das origens, recordando quem você já foi é construir quem você vai ser"
Solidão qual sua Razão?
Coisa de louco assim pode chamar mais todos iram concordar que por esta estrada todos haverão de passar. A estrada da solidão! Quem nunca se sentiu só? Ou abandonado foi? Independente do período ou duração destes fatos mais já foi em momentos desta vida. Então como você se saiu? Como suportou tal dor? Quantas coisas passaram sobre este ser pensante que é você Homo Sapiens?
Abordar tal assunto como este pode ser de muita complexidade, pois dependendo dos desajustes na psique humana coisas simples como um não pode levá-lo a solidão.
Algo interessante á de notar é os dois caminhos da solidão. Por exemplo:
Á solidão que em dados momentos da vida são suportáveis e necessárias no ponto de vista construtiva, estas doem como a outra, mais estas não sendo gerenciadas pouco haverá de construtiva, passará a ser primitiva. Solidão como esta pode ser atribuída pelos mistérios da vida, coisas que passam na linha do futuro e não cabem a nos entender, pois o futuro não nos pertence. Exemplo:
Quando este futuro nos revela a morte de alguém muito querido, repentinamente uma catástrofe pouco imaginada, á despedida de algo ou alguém que te coloca pra frente, á perda das coisas desta vida etc.
São alguns acontecimentos como estes citados aqui que nos levam a uma propensão rumo à solidão.
Jesus Cristo Mestre dos Mestres majestosamente nos ensina o caminho para o gerenciar destas solidões imposta nesta vida. Ele mesmo suportou milhares de solidão. Todos diferentes uma da outra, mais sempre e demasiadamente com a mesma força e dor. Vejamos alguns trechos:
(Eclesiastes 4,10)
Se um vem a cair, o outro o levanta. Mas ai do homem solitário: se ele cair não há ninguém para levantá-lo.
Quantos são os momentos de solidão em que nos são propostos um ombro amigo oferecendo pontes por travessias e saídas? Quantas são às vezes em que estes aparecem e o negamos por não gerenciar nossas solidões? Fechando-nos e nos amargurando dentro do casco achando ser esta nossa maior defesa contra os ataques!
Em qualquer que seja a ocasião a melhor coisa a fazer é dar um bombardeamento de positivismo e de cura interior, pois o maior dos mestres trabalhava constantemente em perdoar-se e dar o perdão. Não á como negar esta maravilha quando esta á realizar ..em nós. Tudo.. fica nítido dentro de nos, estas passam a serem pontes de crescimentos a nos revestir.
Perceba os gerenciamentos de Jesus Cristo:
(São Mateus 14,23)
Feito isso, subiu à montanha para orar na solidão. E, chegando a noite, estava lá sozinho.
Se averiguarmos os 33 anos de Cristo, haveremos de perceber todos os momentos de solidão suportados, curados e em muitas vezes procurados! Pois foram muitas as solidões notem:
A solidão do pensamento ao contrario, pois muitos demoravam em entender que ele era o messias e suas idéias eram divinas. A solidão da negação quando muitos haveriam de desprezá-lo nas oras difíceis, mesmo aqueles que o atendiam como querido. A solidão em toda sua Missão por saber que em todo o trajeto haverá de demorar o entendimento dos corações duros restando-o a maior das opções, amá-los. A solidão de não ter á solidão por saber que seus feitos levariam as pessoas a rebata-lo sempre que o vice. O forçando a vaidade de seus feitos, testando seus limites de homem.
Citei esta redundância porque toda vez que Jesus podia se afastava do povo para um lugar de solidão, não porque não gostava de multidão, mais porque sabia de seus perigos e sua repercussão. Repercussão externa quanto interna que aquilo poderia o levar fazendo exaurir vaidades e superficialidades o desviando das verdades.
(São Lucas 5,16)
Mas ele costumava retirar-se a lugares solitários para orar.
No momento derradeiro de sua morte e ápice de dor, Jesus fitou seus olhos ao Céu nos deixando a certeza dos Mistérios desta vida e exclamou: “Perdoai-vos Pai, pois eles não sabem o que fazem.”
Somente um homem que desde pequeno bombardeou sua mente com o melhor que a na vida o “AMOR”, poderia frasear tal pensamento e paradoxo humano como ele tão bem fez. Não poderia ser diferente afinal toda sua historia notam-se grandes eventos ex: Sua Mãe Maria tinha tudo para ser propensa a ser uma menina depressiva, mais mostrou em ações o contrario com impetuosidade e coragem. José seu Pai Humano, em um tempo tão machista teve que sofrer e se ferir em sua psique, para custar entender das vontades divinas, até que a visita de um anjo o livra de tais perturbações. São momentos como este em que as psiques humanas tiveram no limite quanto ao discernir.
A outra solidão que eu gostaria de lembrar se faz jus ao nosso século XXI. É a solidão no meio da multidão! Acredito que esta pode ser uma das piores solidões, pois não importa o quanto esteja envolvido ou o quanto tente disfarçar enxertando coisas a fim de suprir a “CURA”, ela á de incomodar e doer no ponto mais alto de sua escala.
Em tempos tão exagerados onde o homem não consegue ficar um minuto parado e seu incomodo logo brota a expelir em raiva, é que vemos o vicio da vida agitada a nos exagerar. E quando não entendemos esta cena doente nestes padrões de vida, batemos no peito como Tarza, gritando este ser o melhor para nos e a saída para nossa solidão.
Não devemos nos enganar com estes métodos errados de remendo, pano novo deve estar em roupa nova se teimar de fazer o remendo novo em roupa velha sempre teimara de rasgar. A sim como o vinho novo em odres velhos!.
Solidão e suas conseqüências:
A sociedade reforça a nossa mesquinharia e egocentrismo: ganhar, e ganhar sempre. Não fazer absolutamente nada de graça. Cobrar por absolutamente tudo. Associamos a perda ao fracasso. E o lucro ao sucesso. O sucesso, por sua vez, é (erradamente) associado à felicidade. "Felizes", pensamos, "são aqueles que são um sucesso". De longe se vê que nem sequer sabemos o que é felicidade. E procuramos por ela tateando no escuro... E enquanto não a encontramos, amargamos e nos amarguramos com as (nefastas) conseqüências de nossos atos.
As pessoas tem medo de abrirem suas defesas. Medo de serem controladas, manipuladas. Medo de perderem mais do que se disporiam a dar. Você já ouviu a expressão: "a gente dá um dedo, e querem a mão"? Pois é. Por aí vai.
Uma vez eu li uma frase que é atribuída a um ganhador de Prêmio Nobel: "nós deveríamos ter duas vidas: uma para aprender a viver, e outra para efetivamente viver". Infelizmente, ainda que os adeptos da teoria da Reencarnação insistam que as almas possam ir e voltar num constante processo de aperfeiçoamento, os fatos depõem contra esta teoria, porque o mundo tem mudado sim, mas pra pior.
A solidão é o resultado, a conseqüência da excessiva preocupação da pessoa consigo mesma.
É uma ironia, um sarcasmo, um paradoxo da existência humana: quanto mais nos preocupamos conosco mesmo, mais infelizes seremos.
O resultado de tudo isto é que temos uma sociedade enferma, deprimida, e... solitária. Buscando desesperadamente essa alguma coisa chamada "felicidade" na satisfação de seus próprios caprichos e desejos, na realização de seus sonhos... Mas, uma grande frustração ataca as pessoas que conseguem realizar seus sonhos, ou a quem consegue satisfazer seus caprichos e desejos. A Bíblia conta um caso desses ..em II Samuel.. capitulo 13.
Existe uma coisa chamada "lei da semeadura, que está ao longo de toda Bíblia. Só as coisas ruins e tristes são colhidas sem que haja semeadura, porque a erva má não precisa ser plantada, e cresce em qualquer lugar.
O que é bom precisa ser plantado, cuidado, regado para que possamos colher. O que é ruim, a gente colhe sem plantar... É o caso da solidão. Se você não fizer nada contra ela, ela vem e se instala dentro de você.
Precisa lutar contra isto. E não basta ter muitos companheiros de farra e festas para que a gente deixe de ser solitário.
Solitárias são aquelas pessoas que não conseguem se dar e nem se doar. Tudo que fazem, o fazem para si mesmas. E somente fazem o que lhe dará um retorno, uma volta, um troco (Mt.6). E jamais fazem algo sem que isto lhes dê lucro. Pensar "o que é que vou ganhar com isto?" é uma receita infalível para ser acometido pela solidão.
Você já reparou como a maioria absoluta das pessoas que conhecemos, os programas da TV, as propagandas, os filmes e as novelas, as conversas das rodas sociais sempre giram em torno do próprio prazer, da própria diversão?
Nunca (ou quase nunca) tais conversas giram em torno da satisfação, do alívio, da alegria, da felicidade que podemos proporcionar a outras pessoas. É a viagem de férias, a festa tal, o carro novo, e tudo o mais que gira em torno de si mesmo.
A sociedade moderna é altamente egocêntrica, individualista: somos treinados, induzidos, dirigidos a não nos preocuparmos senão conosco mesmo. A pensar que sempre haverão outras pessoas mais preparadas, mais santas, mais abençoadas para fazerem a obra de Deus. Somos ensinados, preparados, induzidos a sermos imediatistas: o retorno tem que ser já, agora. Queremos as coisas prontas e acabadas; como nas prateleiras de um supermercado. E assim nós não nos dispomos a semear e esperar a colheita. Um ciclo vicioso, maldito e destrutivo se forma: esperamos a colheita do que não semeamos; não semeamos porque não queremos nos dispor das boas sementes (tempo, carinho, atenção, dinheiro, companhia, sacrifício, amor); e também porque não queremos esperar o tempo que a colheita exige. E como conseqüência nós, cada vez mais, nos fechamos em torno de nós mesmos.
Bom, detectada está a origem da solidão. Assim, passemos à segunda parte do presente estudo: a cura.
É importante que se coloque que você tem todo o direito de discordar de minhas colocações. O que está aqui não pretende esgotar a discussão. Mas é apenas o modo como eu vejo as coisas. Deus me perdoe se estiver errado.
Não existe uma formula infalível, uma receita mágica e instantânea para a cura. Mas posso afirmar com absoluta certeza de que isto depende da disposição interior de cada um em querer quebrar o ciclo vicioso que envolve todos nós. Isto é, temos que começar a deixar de nos preocuparmos tanto conosco mesmos, e começar a nos preocupar com as pessoas que estão à nossa volta. É necessário que um sentimento de compartilhamento, de doação, de envolvimento, de engajamento, de desprendimento com as coisas materiais tome conta de nós. Temos que estar dispostos a começar a servir, sem esperar retorno. Temos que permitir que o sentimento de felicidade tome conta de nós pelo simples fato de estarmos fazendo outras pessoas felizes. E não o sentimento de frustração porque essas pessoas não nos agradecem, nem nos exaltam pelo que fizemos.
Temos que nos colocar à disposição para dar um pouco de alívio ao sofrimento alheio. E isto com nossas palavras, nosso dinheiro, nosso trabalho. Muitas vezes apenas com a nossa companhia, uma palavra de conforto ou de consolo.
Solitários são aqueles que agem como se fossem poços com um pouco de água lá no fundo. Felizes são aqueles que agem como se fossem nascentes, fontes de água que estão sempre a jorrar água que sacia a sede e dá vida à terra. Estão sempre a proporcionar e transmitir vida, alegria, conforto, alívio ao sofrimento humano.
Os mais conservadores vão ter que me perdoar, mas vou me utilizar de uma figura da filosofia oriental para transmitir a exata proporção do que quero transmitir. Conta-se que um jovem perguntou a um sábio o que era o céu. E ele respondeu que era um lugar onde as pessoas estavam separadas do arroz por um lago cheio de animais ferozes, enormes e vorazes. O arroz estava numa ilhota no centro desse lago. E as pessoas se utilizavam de longos pauzinhos para alcançar o arroz, e o colocavam na boca uns dos outros. E assim todos ficavam fartos.
Então o jovem perguntou o que era o inferno. E o sábio respondeu que era também um lugar onde as pessoas estavam separadas do arroz por um lago cheio de animais enormes, ferozes e vorazes. E as pessoas se utilizavam de longos pauzinhos para alcançar o arroz que buscavam colocar na própria boca. E não conseguiam. O arroz caia no lago, e todos padeciam fome.
Jamais seremos felizes sozinhos. A nossa felicidade depende da felicidade dos que convivem conosco. Somos felizes à medida em que são felizes aqueles que convivem conosco.
Seremos felizes quando deixarmos de buscá-la somente para nós e a buscarmos para outros. Ela nos encontrará quando e enquanto estivermos servindo a Igreja, aos irmãos, ao Senhor Jesus.
Ela nos encontrará quando deixarmos de nos preocuparmos unicamente com a nossa própria mesquinharia, nosso próprio egocentrismo, nosso próprio prazer e diversão.
Os apóstolos de Cristo foram apedrejados, serrados ao meio; morreram ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados (Heb.11), mas não se ouviu queixa de suas bocas. Porque eram felizes.
Publicado em 3/7/2003
Takayoshi Katagiri - katagiri@nutecnet.com.br
JesusSite.
Quis colocar este pensamento publicado à cima por achar bem expressado e de acordo com este projeto.....
No livro “Só saberá amar, aquele que se deixou amar”, cito muitas passagens compreensivas no ponto de vista “ZELAR.” Pois quem zela pelo amor suportara a dor.....
Será que seria mediocridade da minha parte dizer que Deus sentiu solidão?....
Veremos se Deus é amor pode ele passar pela dor? Pois bem o amor movesse em uma constante roda gigante em fazer o bem sem saber a quem, nisto é inocente e só pensa dar por saber que é melhor que receber. ....
Jesus também nos exprimiu tal sabedoria: “No mundo havereis ter mais alegria em dar do que receber”
Seguindo este raciocínio o amor “Deus”, sentiu solidão a ponto de exalar sua bondade diante sua expiração voltando seus olhos na mais linda criação você, e tudo que já foi criado por onde olharmos.
A solidão encorajou o amor, pois o amor só pensa em amar não quer viver na mesquinhez da má solidão. O amor só suporta tal solidão quando ela é digna de reparação porque não nega o papel importante de cada coisa que nos conspira neste Universo é o sentimento mais equilibrado entre todos! Por isto o amor “Deus” teve que reagir rapidamente e lúcido confundiu a sua criação por séculos e séculos lhes deixando os mistérios de um Mundo Feito por suas Mãos.
Poderia usar-se de diversos escritos de Augusto Cury, para retratar a psique humana e seus momentos solitários.
Também citei em meu primeiro projeto o maravilhoso trabalho feito por pessoas focadas na teoria do abraço, sem esquecer-se de mencionar os Doutores da Alegria cuja sua importância e de resgatar um pouco de alegria aos solitários sem saúde nos leitos dos hospitais. Estes tentam de todas as formas darem um choque de alegria nos desesperançados e que jazem na solidão psíquica.
Em muitos momentos da minha vida fiz altas viagens no deserto da solidão. Andando nas dunas de pensamentos e sentimentos dos quais me perturbavam. Lutei para dar um choque de perdão a mim e a todos que poderiam ter causado qualquer situação menos imaginada. E assim fiz! No inicio peguei minhas bagagens rumo ao deserto Sofrendo as dores da espera e orando para discernir tal solidão. Deparei-me com enormes tempestades de areias quase me levando a cegueira e desbravei enormes dunas propensas a me levar a loucura. Andei tanto neste deserto até porque a única coisa que nos resta é andar! Fazendo uma analogia a isto será que a vida não seja assim também? Um grande desafio que nos pede para andar e andar? Não podemos parar diante de certas coisas que acontecem na vida isto é se arriscar se por a mercê do perigo de ser engolido pela areia do deserto e suas tempestades. Todos deveram criar estratégias mentais rumo à cura da solidão, não como fuga mais sim com propósitos concretos e saudáveis. Se isto não acontece ficaremos a vagar sem rumo por estas dunas passando por altos riscos.
É Super natural sentir sede no deserto e miragens nos surgirem. Batizo esta sede no campo da psique de ansiedade.
Quanto mais eu andava mais tinha que controlar a ansiedade afim do termino daquela solidão no deserto. Às vezes fazia questão de rebatar meus pensamentos rumo a outros lugares conversava sozinho, não vendo nada de anormal nisto. E assim permanecia a passos esta travessia. ....
Quando a noite chegava era instalado um breu enorme e ali vinham pensamentos a me amedrontar pensamentos às vezes por muito tempo guardado e que me necessitava o exercício da faxina mental que eu estava devendo para minha psique. Quando deitava na areia do deserto a noite por cima de vestes era tomado de um profundo silencio e o mais belo me acontecia o encontro com “Deus.” Após me deitar não conseguia deixar de reparar no céu e a imensidão de estrelas que tomava minha cabeça. Tudo aquilo me fazia super bem e me deixava à certeza de como a natureza em toda sua biodiversidade chega a ser um santo remédio. Talvez e humildemente explique as escolhas de Jesus por altos montes e Jardins! Quando pouco percebia era pego no sono profundo de baixo de um grande tapete estendido de estrelas.
Dia seguinte o que me restava era andar dando seqüência ao inicio desta empreitada rumo ao fim do deserto. As seqüências dos dias e cenas repetidas me davam certo tédio mais me forçavam a dar o melhor de mim pela situação.
Muitas miragens enfrentei, fazendo-me refletir sobre estes fantasmas que teimavam de tentar-me. Alio estes fantasmas a determinados grupos reais que por algum desajuste nos ocasionaram o mal, tanto que situações, mas resolvidas dentro de nos podem custar caro a ponto de vermos estas e suas presenças nos fazerem mal, mesmo sem direcionar uma palavra a nos. Isto se da pela falta de faxina na psique e falta de cura interior “PERDOAR-SE E DAR O PERDÃO.” Seus sintomas são gastura, amargor, propõe- cidade a dores, náuseas, baixo humor e pavio curto etc.
Quando no deserto estes fatores me incomodavam tratava-me rapidamente de conflitar-me gerando-me desafios quanto a estes. Por ex: Identificar que isto não passa de miragens e que tratadas podem ser curados é um grande passo!.
Segui a passos firmes minha viagem neste campo da solidão e ao deparar-me com estas miragens tratava de reagir e entender que aquilo era uma ilusão passageira e que eu não poderia se enganar. Logo estas miragens me abandonavam e ali eu entendia que não poderia criar fantasmas em minha psique como se fosse um albergue de fantasminhas-camaradas.....
Jesus cristo andava com seus discípulos então resolveu lhes propor tal entendimento:
São Mateus, 13
1 Naquele dia, saiu Jesus e sentou-se à beira do lago.
2 Acercou-se dele, porém, uma tal multidão, que precisou entrar numa barca. Nela se assentou, enquanto a multidão ficava à margem.
3 E seus discursos foram uma série de parábolas.
4 Disse ele: Um semeador saiu a semear. E, semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram.
5 Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda.
6 Logo, porém, que o sol nasceu, queimou-se, por falta de raízes.
7 Outras sementes caíram entre os espinhos: os espinhos cresceram e as sufocaram.
8 Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um.
9 Aquele que tem ouvidos, ouça.
Se objetivarmos as palavras do Cristo certa mente poderíamos ali alas as muitas vezes em que demos ou ouvimos conselhos: “Você colhe o que planta.” Se nos esforçarmos na psique havereis dos mesmos desafios, por isto citei o bombardeamento de bons pensamentos no sentimento mais equilibrado o “AMOR.” Mais quando não regamos estes pensamentos com verdadeiro amor, passamos a ser sufocados por outros sentimentos espinhosos que nos sufocam e não deixa gerar vida. Quando não cuidamos destes pensamentos e os tratamos com indiferença ou conveniência, deixamos as sementes a mercê dos maus pássaros aproveitadores que não se demoram ..em aparecerem. E.. quando lançamos estas sementes em psiques acomodadas, teimosas de resistir às boas oportunidades, estas caiem em uma mente superficial pouco profundo. E não agüentam o pode riu do calor, pois não á profundidade ocasionando a morte de bons pensamentos. Por outro lado se estas caem em um solo constantemente tratado, adubado e amado “Só saberá amar, aquele que se deixou amar”, grandes frutos saborosos nascem na psique independente de qual tenha sido sua trajetória até o dia de hoje!.
Havido esta reação em minha viagem e ao chegar ao termino desta, não poderia deixar de explanar tais conclusões. O regresso feito ao termino do deserto da solidão não se comporá ao crescimento que me trouxe o egresso, pois saia deste mais encorajado a continuar desnudando meus pensamentos e sentimentos
Assim deixo tal pergunta: Á boa solidão?
Certamente havereis de haver boa solidão, desde que esta seja digna e propensa a reparação dos desajustes psicossomáticos embutidos por maus cuidados e influencia de uma sociedade doente.
Na maioria das vezes que a solidão nos aparece tomamos a imediata excursão no êxodo rumo ao deserto.
Vejamos em Genesis conta nos a bíblia que o homem Adão, passeava por toda a extensão do paraíso, colhendo frutos e se deliciando por todas as coisas que haviam saído das mãos do maior autor. Então em dado momento a criação de Deus “Adão” é tomado por uma profunda solidão. Deus ao ver tamanho dor resolve fazer-lhe sua outra metade “Eva” e Adão perplexo por tamanha diferença e igualdade entre ambos, parte em alegria ao descobrimento de tal emoção. Deus visto que isto era bom se alegra em sua infinita bondade!.
A solidão pode nos ser uma confusão, quando esta nos é acumulada e propagada por de longas. Isto por fim não é saudável, pois passa a ser doentio e transcende a boa “DOR.”
Obra Original de Willians Barbosa, Solidão qual sua Razão?
Postado por Willians Barbosa da SilvaParabéns pelo trabalho!
Além de Fã, "Temos uma Oportunidade para Músicos na Duplicação e Impressão de cds e dvds".
Sou Henrique Luan, também sou músico, trabalhei 12 anos na parte técnica e produção musical em estúdio de gravação em Curitiba. Nestes anos de estrada, já participei da gravação dos dvds ao vivo dos artistas ( Banda Nazareth, Demis Roussos, Manolo Otero, Banda Velhas Virgens, Padre Reginaldo Manzotti e outros ). Agora sou dono da IMPACTO PONTUAL - CÓPIAS E IMPRESSÕES EM MÍDIAS. Pensando em ajudar os músicos independentes de todo o Brasil que sofrem com preços altos quando precisam de cópias e impressões de cds e dvds em pequenas tiragens, estamos com uma grande proposta.
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