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Adestradores De Cometas

Alternativo | São Paulo / SP

O limite entre a loucura e a criativida nunca foi tão estreito, músicas psicodélicas, experimentais quase nunca entendidas, música tem que ser assim mesmo sem compromisso com a realidade...

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Terça, 20 de abril de 2010

!!!ANARQUIA!!!

Anarquia significa ausência de coerção e não a ausência de ordem. A noção equivocada de que anarquia é sinônimo de caos se popularizou entre o fim do século XIX e o início do século XX, através dos meios de comunicação e de propaganda patronais, mantidos por instituições políticas e religiosas. Nesse período, em razão do grau elevado de organização dos segmentos operários, de fundo libertário, surgiram inúmeras campanhas antianarquistas. Outro equívoco banal é se considerar anarquia como sendo a ausência de laços de solidariedade (indiferença) entre os homens. À ausência de ordem - ideia externa aos princípios anarquistas -, dá-se o nome de "anomia".

Passando da conceituação do Anarquismo à consolidação dos seus ideais, existe uma série de debates em torno da forma mais adequada para se alcançar e se manter uma sociedade anárquica. Eles perpassam a necessidade ou não da existência de uma moral anarquista, de uma plataforma organizacional, questões referentes ao determinismo da natureza humana, modelos educacionais e implicações técnicas, científicas, sociais e políticas da sociedade pós-revolução. Nesse sentido, cada vertente do Anarquismo tem uma linha de compreensão, análise, ação e edificação política específica, embora todas vinculadas pelos ideais-base do Anarquismo. O que realmente varia, segundo os teóricos, são as ênfases operacionais.

Postado por José Percio Piedade
Sexta, 02 de abril de 2010

QUEM DISSE QUE A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS?

PURA BALELA!!!

Se fosse verdade Jesus não seria tratado pior que um bandido...

A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS

Na mitologia grega, Hermes tinha o privilégio de ser o mensageiro dos deuses, e a cada uma das atribuições que as entidades divinas lhe davam, correspondia uma determinada qualificação. Assim, ele se tornou o deus dos rebanhos, das estradas e encruzilhadas, dos mercados, do lucro, da eloqüência, dos concursos, dos ladrões, encarregado de conduzir as almas ao inferno, e outros mais. Galante e conquistador por natureza divina, tornou-se pai de muitos filhos, entre os quais Hermafrodito, Autólico (padroeiro dos ladrões) e Pã (o deus agreste).

Suas qualidades, no entanto, foram obscurecidas pelos inúmeros defeitos que demonstrou, porque “sendo mensageiro dos deuses e particularmente de Júpiter, ele os servia com um zelo infatigável e sem escrúpulo, mesmo nos empregos pouco honestos” (Márcio Pugliese, em seu livro “Mitologia Greco-Romana”). Daí a razão de ter sido acusado de inúmeras ladroeiras e finalmente expulso do céu, reduzido à função de guardador de rebanhos na Terra. Como deus, Hermes (Mercúrio, para os romanos) é representado por uma figura trazendo asas no chapéu e nas sandálias, e tendo nas mãos uma vara (caduceu) encimada por duas asas e com duas serpentes entrelaçadas, que na antiguidade era a insígnia dos arautos e dos mensageiros.

Revela a história que a federação da Acaia, situada ao norte do Peloponeso, na Grécia, tinha como centro político e religioso a cidade de Hélice, famosa em virtude do seu templo dedicado a Posseidon (Netuno, para os romanos), senhor do mar e da navegação, mas destruída no ano de 373 a.C. por um terremoto e uma onda gigantesca. Lá também Hermes era honrado, e seus seguidores perguntavam junto ao ouvido da sua estátua aquilo que desejavam saber. Depois eles cobriam a própria cabeça com um manto, saíam do templo, e as primeiras palavras que ouvissem nas ruas seriam a resposta do deus mensageiro às suas dúvidas e hesitações. Foi assim que nasceu a convicção de que “a voz do povo é a voz de Deus”.

A crendice popular até hoje segue o mesmo caminho. O folclorista Câmara Cascudo revela em seu livro “Superstições no Brasil”, que se uma jovem colocar uma moeda na fogueira e retirá-la do braseiro pela manhã, dando-a ao primeiro pedinte que encontrar, terá como noivo alguém com o mesmo nome do mendigo. Ou então se colocar água na boca e esconder-se atrás da porta, o primeiro nome que ouvir será o do futuro cônjuge. Isso porque, como vimos, “vox populi, vox Dei”.

Postado por José Percio Piedade

Comentários

jmi - 06/02/2012

parabéns pelo trabalho muoto bom ja virei fã
da uma olhada ai no meu
e parabéns sucesso pra vc!!!!!

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